sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sequestro

Vejam só... Imaginei vocês que ligaram para minha casa dizendo que eu havia sido seqüestrado e que queriam um resgate para que eu fosse libertado. Obviamente, minha tia, que atendeu ao telefone, se assustou. Ele disse que ouvia gritos ao fundo da ligação e tudo mais: puro teatro. Ela desligou e entrou em contato comigo. Claro que não havia crime algum, eu estava são e salvo. Entretanto, algo do gênero nunca tinha nos acontecido. Olhamos os números do rastreamento e descobrimos que a ligação era de São Paulo (¬¬)... Um seqüestro EaD... O que essas pessoas idiotas não inventam para arrancar dinheiro dos outros.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 29 de abril de 2010

União pela Biblioteconomia

Não pensei que fosse viver para ver isso! As diferenças foram deixadas de lado na Biblioteconomia da UFRGS e me parece que estamos mais unidos depois do EREBD Sul 2010. Tudo em função de uma pessoa de outro estado (que prefiro não citar o nome) que se tornou a inimiga comum de todos nós neste evento. Isso é bom, pois Grifinória e Sonserina, junto com as demais casas estão focadas num só objetivo: a ida ao ENEBD 2010, em João Pessoa na Paraíba. Sabemos que são necessários muito planejamento, motivação e competência para levar essa empreitada à frente: algo que os gaúchos da UFRGS tirarão de letra. Dá-se início a “Operação Paraíba”! Aguardem mais notícias sobre.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 27 de abril de 2010

Passando a Coroa

O dia de passar a coroa chegou... Óbvio que não ficamos esfuziantes, mas fica a sensação de dever cumprido. Ser Mister EREBD Sul 2009 foi uma honra. Foi um sonho realizado tornar-se representante da região, mesmo que o concurso seja sempre “patrocinado” por um posto de gasolina (risos). Foi uma inacreditável experiência! Poder fazer as pessoas sorrirem somente com um gesto seu, isso faz tudo valer a pena. Agradeço a família e todas as pessoas da FABICO que me apoiaram no meu reinado, especialmente ao meu missólogo: Vinícius Mitto por seus ensinamentos. Minha alma e meu coração serão eternamente gratos à organização do Mister UFRGS (em especial, a Leonardo Lancaster) e ao meu estado Rio Grande do Sul, e a honra de poder representa-lo. Muito obrigado a todos pelo amor, carinho e amizades que coletei nessa caminhada. Que venha o Mister ENEBD 2010, pois estarei pronto, contudo, vou lembrar-me disso tudo pelo resto da minha vida... Amo todos vocês... (só faltou eu pedir a Paz Mundial – XD).

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 26 de abril de 2010

XII EREBD Sul: uma microvida

Nesses últimos dias, mais especificamente do dia 21 ao dia 24 abril, aconteceu o XII EREBD Sul (Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência e Gestão da Informação). Passo dizer que neste evento tive problemas, como: gente sem consideração e respeito pelos colegas; umas festas estranhas, chuva e etc. Contudo, mesmo o evento sendo em Porto Alegre, digo que me diverti muito e aprendi bastante. Revi e conheci pessoas maravilhosas do RJ, MG, SC e SP. Ensinei muito sobre nossa cultura e costumes gaúchos, isso sem falar nas explicações sobre nosso vocabulário e conversas sobre nossas diferenças interestaduais. Para mim, o que realmente importa é a interação social proporcionada, esse é o objetivo de todo o encontro. É incontestável que possuímos uma “microvida” nesse período, onde temos o início, o meio e o fim. Nesta minha curta vida de EREBD, em que fui um Mister/Guia turístico em minha terra, fiz diversas atividades e amigos. Em especial, mando um abraço aos alunos da UNESP (Universidade Estadual Paulista), os quais me adotaram e por quem nutro muito carinho e admiração. Entre eles posso destacar três pessoas: uma com seu rosto fofo, rosado e meigo que seria capaz de iluminar quaisquer trevas e faz com que a gente sorria, somente ao ouvir sua risada; outra possui uma sagacidade e inteligência capazes de se converter em um bom-humor, ah! Como queria que esta pudesse morar mais próximo, nada como ter o Bozo e uma chapinha para gerar boas piadas; a última pessoa foi quem me cativou de modo especial com sua doçura, seus carinhos, seus beijos e suas bochechas coradas... Pensar que tudo começa com uma simples “posso carregar a sua mala?” e logo estávamos com o “prêmio” de casal mais querido do evento (segundo colegas). A única coisa ruim era saber que isso teria um fim: um curto amor de outono. Entrei nesse evento e sorri, dancei, beijei, cantei, me apaixonei, fiz amigos, me senti de lado, fiquei triste, chorei... Senti saudades... Como tudo na vida, cheio de altos e baixos, nascimento e morte. Entretanto, faria tudo de novo e não me arrependo de nada. Só agradeço a Deus por essas experiências e por permitir que o vento frio de Porto Alegre secasse minhas lágrimas sinceras.

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Igreja e a Pedofilia

Ao longo de sua trajetória a Igreja Católica tem inúmeros feitos: bons ou ruins, ou seja, é incontestável que ela é uma instituição magnânima. Graças a ela que os materiais mais antigos (livros, pergaminhos e etc), ainda se encontram preservados, mesmo o conhecimento dessas obras na época (Idade Média) tenha sido para poucos. Entretanto, preciso me posicionar com relação a uma (pois existem várias) coisas péssimas na Igreja. O assunto que está em voga é a questão da pedofilia por parte dos padres católicos. Isso é informação velha e todos sabem que isso acontecia com freqüência, contudo, sabemos de mais casos agora, pois as pessoas estão trazendo isso a público. O mais estarrecedor é o fato de o Papa Bento XVI culpar a homossexualidade como grande precursora desses abusos. Não preciso nem comentar esta acusação, pois quer pessoa com o mínimo de discernimento, saberá que uma coisa não tem relação com outra. Isso só alimenta o preconceito e faz as diferenças e os crimes contra homossexuais aumentarem. Admira-me o fato do Papa, sendo também um chefe de Estado, agir dessa forma tão errônea e colocar o Vaticano numa situação ainda pior; e se comparado com seu antecessor, João Paulo II, este somente diz (e faz) asneiras. Sinceramente, acho que o Senhor Joseph Ratzinger “precisa de um companheiro” (por Paulinho Rola do Pânico) e devia estar orgulhoso de nos ter concebido a Madonna nos tempos áureos de “Like a Prayer”... Ha, ha, ha, ha! Tá deu, parei.

Lucas Rodrigues

sábado, 17 de abril de 2010

Uma Nova Casa para Thor

Venho hoje lhes dizer que meu adotado cão, Thor, já não mora mais comigo. Mas não fiquem tristes. Tenho mais três cães, além dele e por isso decidi fazer algo, afinal tenho mais animais que tempo para cuida-los. Tenho um casal de idosos que perdeu há pouco tempo seu único e velho cachorro de estimação. Chega a dar dó ver como as pessoas se abalam com essas perdas (eu mesmo senti na pele o que é essa situação). Eles sempre gostaram muito do Thor, afinal de contas, ele é bastante carismático (não perdeu aquela mania com a pata direita – risos). O fato é que decidi doa-lo a esse casal. Sei que vão trata-lo bem e que vão engorda-lo como um porco para o Natal (risos); fora os mimos que vai receber. Fico feliz, pois eu poderei vê-lo sempre que quiser (já que mora agora ao lado da minha casa) e por ter feito um casal mais alegre agora que eles possuem um novo amigo.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Obra Rara

A Biblioteconomia é uma área muito vasta, muitos sabem. Também sabem que há pouco tempo saí da Biblioteca da Escola de Administração da UFRGS (onde recentemente deixei o meu “príncipe” ocupando meu trono lá deixado vazio). Agora estou entre as maravilhosas (e empoeiradas) pilas de livros históricos do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. Tirando que isso é um trabalho bastante cansativo, e às vezes um tanto sujo, é muito interessante conhecer e manusear obrar raras como aquelas. Tive a honra de segurar um Livro de Horas (para quem não sabe, é um livro que contem orações, as quais devem ser feitas em determinadas horas do dia). O mesmo é a datado do ano 1658, com sua capa velha em vermelho, com uma cruz em dourado, toda trabalhada. Confesso que é muito satisfatório também, pois o trabalho é mais tranqüilo, sem pressão e o que é estranho... Sem usuários! Lá somente aparecem uns dois por dia, no máximo, e quem os atende é a bibliotecária-chefe. Outro ponto positivo é o fato de estar trabalhando com várias colegas já conhecidas de curso, como a Marluce Viegas (quem me indicou a vaga). Todavia, obras velhas ou não, sinto me honrado por ser fiel agora ao Quero-Quero (ou Want-Want como costumamos chamar – piada interna), nosso mascote da Instituição.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Reviravolta

Por mais simples que seja de se falar em amor, difícil, com certeza, é tentar entendê-lo. Quando achamos que estamos seguros e felizes, um vendaval vem e nos cega, levando para longe nossa felicidade. Entretanto, o contrário também acontece. Quando estamos sós, sem rumo e de repente tudo muda e uma pessoa surge para, no mínimo, lhe fazer companhia e te divertir com assuntos informais... Aos meus queridos paparazzi de plantão, deixo essa dica: “Vocês não perdem por esperar”.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 13 de abril de 2010

Crônicas de Nárnia

Recentemente acabei de ler um dos mais extensos livros da minha biblioteca pessoal: As Crônicas de Nárnia. Após mais de 800 páginas, confesso que gostei bastante! Muitos me alertavam que o final era desestimulante, mas não achei tão pedante assim. C. S. Lewis, autor bastante conceituado que escreveu esses clássicos (entre outros), é muito claro no que diz respeito a sua posição com relação à Bíblia. Em todas as histórias é muitíssimo explicito a ligação (eu diria uma releitura ou paródia) do livro sagrado com as obras. O Leão Aslan é nitidamente Deus, ou Jesus, variando em certas ocasiões. Frases que o Leão diz como: “Somente aqueles que crêem em mim poderão me ver”, não deixam dúvidas. A história é envolvente! E algumas de suas crônicas viraram filmes como: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa; e o Príncipe Caspian. É bom lembrar que J. K. Rowling, escritora de Harry Potter, baseou-se em Lewis como inspiração. Tanto que faz uma homenagem em seus livros dando o nome de Cedrico Diggory a um personagem, relembrando assim o primeiro menino a chegar a Nárnia (Diggory). Recomendo a leitura e talvez a compra do livro (embora o mesmo tenha um valor um pouco alto para um livro comum de literatura), pois vale a pena ter uma coletânea de clássicos como esses na sua estante.

Lucas Rodrigues