sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz 2012!


Um ano mais... Pois é, vamos ficando velhos e com esse papo de que as crianças eram mais educadas no passado, que havia menos poluição, que as músicas antigamente eram melhores e blá, blá, blá... No fundo, essa postura é somente uma maneira que a mente tem para nos mostrar a nossa nostalgia. E é isso que muitos sentem nessas festas de fim de ano: NOSTALGIA. Saudades dos tempos em que se era criança, ou que se era jovem; saudades de pessoas que já se foram ou daquelas que não vemos há muito tempo. Final de ano é um tempo de reflexão acerca daquilo que fizemos ou vamos fazer, ou seja, é um tempo de conclusão de clico e início de outro. Posso dizer que 2011 foi excelente, afinal de contas conheci pessoas maravilhosas na faculdade; viajei para o Paraná em mais um EREBD (Encontro de Estudantes de Biblioteconomia e Documentação); trabalhei bastante; discuti e arrumei inimizades; me diverti e aprofundei laços de amizade; namorei; sorri e chorei. Se eu pudesse fazer previsões sobre 2012, falaria as mesmas bobagens que esses astrólogos de “meia tigela” dizem na TV: “Uma pessoa famosa vai morrer; uma grande catástrofe vai ocorrer; que vai haver muita corrupção no Brasil e etc”...  Logo, disse coisas que não é necessário ser um guru ou médium para saber. O que quero dizer com a postagem de hoje é que não sei se 2012 será o Fim do Mundo, afinal de contas eu não acredito nisso; só acredito que será um ano ótimo para mim. Vou me formar, começar um novo emprego, quem sabe me mudar, quem sabe ver o Miss Universo transmitido diretamente do Kosovo... Vai saber! (XD) Deixo aqui meus votos de saúde, prosperidade e paz a todos que lêem meu blog. Que venha 2012!

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pequena Sereia

É contada a história da sereia que se apaixona por um homem, mas infelizmente não pode manter o seu romance por não ter pés. Ela fica muito infeliz e toma uma poção para que assim possa se locomover sobre dois pés na terra. Logo, unidos pelo amor, os dois se casam e vivem felizes para sempre. Este conto não tem muita diferença da versão contada. A única diferença é o fim que, é claro, não é feliz. A sereia não casa com o seu príncipe encantado e muito pelo contrário, ele a abandona após traí-la. Imensamente triste e com enormes dores nos pés (que eram semelhantes a pisar no ferro em brasa ou facas cortantes), ela opta pelo pior: o suicídio. À beira-mar, perante o Sol poente, ela se arrepende de tudo e tira a própria vida com um punhal. Seu corpo cai no mar e vira espuma. Eu achei este, em especial, bastante triste e me lembrou muito a história do Lago dos Cisnes, acredito que possa haver alguma influência remota. Fica a lição: “Se você for sereia, cuidado com os príncipes encantados que encontrar por aí”.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

João e Maria

Finalmente uma história que não tenha Príncipe Encantado, mas que, para variar tem uma bruxa malvada. O conto de João e Maria retrata a vida de dois irmãos que são abandonados na floresta para morrerem, em função da madrasta má que convence o pai das crianças a isso. Perdidos eles tentam se orientar utilizando cascas de pão para voltar para casa, contudo, os pássaros comem a trilha e eles acabam se embrenhando ainda mais na floresta. Encontram então uma casa de doces, que na verdade é uma armadilha criada por uma bruxa, a fim de pegar crianças e comê-las (canibalismo). Eles são pegos, mas enganam a bruxa e a empurram para dentro do forno. Depois voltam para casa e o pai abandona a madrasta. Uma história quase inocente, não fosse as nuances de canibalismo que existem até hoje. Nas versões antigas, a bruxa e a madrasta são a mesma pessoa, o que colabora para uma versão mais assustadora. Não existe casa de doces ou trilhas de pão, e o que é ainda pior, o pai era tão ruim quanto a madrasta e ambos detestavam os filhos. Certo dia, com a paciência no limite, a madrasta decide matar João e pede a Maria que o amarre num tronco (em algumas versões, um cavalete) e estripe-o. Maria finge então que não sabe como fazer para amarrá-lo e pede para a madrasta/bruxa mostrar como fazer. Quando ela demonstra como deve posicionar João no tronco, assim, as duas crianças amarram-na rapidamente. Presa e sem escapatória, as crianças lhe cortam a garganta e furam-lhe os olhos. Logo, para fugir do martírio que passavam, eles roubam tudo de valor na casa, incluindo o ouro e a carroça da família e fogem, antes que o pai tirano voltasse do trabalho no campo. Final feliz para João e Maria, que ganham dinheiro e liberdade, num mundo nenhum pouco doce.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Miss RS 2012

Fazendo uma pausa nos Contos de Fadas, hoje venho falar de um dos maiores concursos de beleza do estado: o Miss Rio Grande do Sul, edição 2012, que aconteceu nesta quinta-feira passada (22/12) na Sociedade Leopoldina Juvenil em Porto Alegre. O evento estava lindo como sempre, graças à boa organização e planejamento do Evandro Hazzy. O lugar estava bem decorado, com músicas excelentes nos momentos do desfile, as moças estavam bonitas e tinham um bom nível se comparadas dos os anos anteriores. A vencedora foi Gabriela Markus, de 23 anos, que representava a cidade de Teutônia. Não foi a primeira vez que ela participou, sendo que ficou em segundo lugar em 2010. Gabriela é bonita e fez todas as etapas com graça, contudo, minha favorita era a candidata de Garibaldi, Laís Berté. Espero que a nossa campeã faça sucesso no Miss Brasil ano que vem e que traga um título limpo e sem polêmicas, já que o conquistado por Priscila Machado, sua sucessora e atual Miss Brasil, foi cercado de críticas. Apesar dos elogios ao certame, só tenho uma crítica: a apresentadora. Por que esses produtores da BAND acham que Adriane Galisteu é referência em moda e em apresentação de programas (¬¬)? Ela se veste mal, é grosseira, se acha engraçada... Eu apresentaria melhor no lugar dela. Imaginem que ela deu um baita “corte” na Carmem Flores na hora da pergunta final e que achou “estranho” demais os gaúchos não ficarem fazendo arruaça na hora do anúncio final e durante o concurso: tanto que mandou todo mundo levantar, no bom e velho estilo Igreja Católica... (¬¬ x 5) O que ela pensa? Que Miss RS é Garota Verão? Ah, pelo amor de Deus! O pior que é quase certo que ela vai apresentar o Miss Brasil 2012. Que tragam Adalgisa Colombo de volta, essa sim sabe das coisas!

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cinderela

Ah, Cinderela! A maravilhosa história da princesa do sapatinho de cristal que, abençoada por uma Fada Madrinha, tem a oportunidade de ir ao baile real e conhecer o seu Príncipe Encantado e abandonar a vida de torturas e trabalhos forçados na casa da madrasta e das meias-irmãs. É um dos que eu mais gosto e confesso que me surpreendi com as diversas versões existentes. Especula-se que existem 750 ou mais versões da história, e que a primeira date do ano 800 d. C. Em alguns casos a entidade da Fada Madrinha foi substituída por uma árvore (que nasceu ao lado do túmulo da mãe da Cinderela); em outros por uma baleia (versão mais antiga ainda). Conta-se que, verdadeira história que originou esse conto, é bem bizarra. Um rei que perdera a esposa muito cedo decidirá que nunca mais iria se casar, a menos que a pessoa fosse exatamente igual à falecida e que pudesse calçar os sapatos dela perfeitamente: afinal ele era louco por pés femininos (fetichismo). Logo, aquela que mais parecia com a mãe era a Cinderela, que em francês é Cendrillon. A tara do pai pela filha (pedofilia) é tão grande que ele tenta casar com a filha à força. Assustada, ela foge do pai incestuoso para evitar o casamento. Como não tinha outra forma de escape, ela improvisa um barco com um armário antigo (estranho, mas é isso mesmo). Ela cruza o oceano e vai viver com as primas (não irmãs) e assim segue a história como conhecemos. Ainda há mais uma questão forte no decorrer do conto e esta acontece quando o príncipe leva o sapatinho de cristal para as primas/irmãs vestirem. Na ânsia de se tornar princesa, uma delas corta os dedos para poder calçar. A pobre Cinderela é alertada por pássaros que posteriormente arrancam os olhos das suas "concorrentes” ao trono, que terminam cegas e loucas. A Cinderela realmente era páreo duro. Mas no fim ela fica com o príncipe, algo meio “Maria do Bairro” (risos).

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Bela Adormecida

Contos de Fadas são mágicos, mas já vimos nas postagens anteriores que de mágicas as raízes desses clássicos nada tem. Hoje falarei sobre o conto da Bela Adormecida. Essa é a história, como vocês devem conhecer, da moça que espeta o dedo numa farpa ou agulha de roca e cai em sono profundo, graças à maldição da bruxa má. A mesma é salva pelo Príncipe Encantado (sempre por ele) e todos vivem felizes para sempre. Esse rapaz parece bem bonzinho, não é mesmo? Contudo, nas versões mais antigas, esse príncipe encontra a Bela Adormecida e ao invés de beijá-la e despertá-la, ele se “aproveita” dela e a possui durante o sono (quase necrofilia). O que é pior, ele vem abusar dela recorrentes vezes. Numa dessas vezes ele a engravida e a Bela dá a luz a gêmeos. Na ânsia da fome, um dos gêmeos suga o dedo da mãe adormecida e retira a farpa, fazendo a mãe despertar. O príncipe aparece para abusar da Bela Adormecida, mas se depara com ela acordada... Sinceramente, se eu dormisse e acordasse com dois filhos para cuidar, pois fui abusada, eu ficaria muito brava. Mas com a Bela na foi assim, pois o príncipe então decidiu se casar com ela. Entretanto, não poderia levar as crianças e ela para seu castelo, pois a mãe dele (em alguns casos era a esposa traída) era uma bruxa, uma mulher metade ogro. Para quem não sabe, ogros comem crianças. Logo, a “avó” tentou comer os próprios netos. Felizmente, ela não consegue e a Bela convence o príncipe a decapitar a mãe ogra. Final feliz? Para quê? Assim termina a história. Sintam-se felizes por não ter um príncipe tarado no seu conto de fadas.


Lucas Rodrigues

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Branca de neve

Continuando os comentários sobre as reais versões dos Contos de Fadas, que por diversas vezes se revelam surpreendentes. Hoje falarei acerca de um conto que também é extremamente popular: Branca de Neve e os Sete Anões. Quem não ouviu a história da moça que foge para a floresta, após a madrasta malvada pedir para um caçador lhe trazer o coração da moça; que após tudo isso conhece anões que a abrigam até o momento em que a madrasta, transformada em velha, lhe entrega uma maçã envenenada. Com isso Branca cai em sono profundo, sendo somente acordada pelo beijo do belo príncipe encantado. Linda história, não? Pois é a minha favorita! Entretanto, existem mais revelações sobre a Branca de Neve de que se imagina. Muitos sabem que, no original dos Irmãos Grimm, a Branca de Neve tinha somente sete anos, mostrando assim nuances de pedofilia com relação ao príncipe. A parte que mais choca é o fato de que ela não é beijada pelo príncipe em momento algum, embora ele a ame. Ele a encontra “morta” e leva seu corpo para jazer no castelo, pois assim ela jamais se separaria dele. Pode-se pensar até em necrofilia neste trecho. Interessantes são as figuras dos anões que são totalmente destorcidas. Eles na verdade são representações do muitos servos que o príncipe possuía. Logo, o despertar da Branca de Neve é realizado por um desses cervos que, indignado de carregar o caixão de vidro para todo lado, desconta sua raiva batendo no corpo inerte da moça. Na surra, ela seva um soco no estômago, fazendo assim com que o pedaço de maçã seja expelido. Bem a verdade o despertar dela não foi muito “mágico” ou romântico. Após acordar, o príncipe e a Branca de Neve (já sua esposa) se vingam da bruxa má, que em várias versões é a própria mãe da menina. Diferentemente da história da Disney a madrasta/mãe não cai de um penhasco; ela é obrigada a usar sapatos de ferro em brasa e dançar até a morte. Essa vingança faz mais sentido, pois na história original, a rainha má pede ao caçador não somente o coração, mais vários órgãos e um pote grande de sangue... Imaginem para que ela queria isso? Para “jantar” a Branca de Neve e assim assumir possuir a beleza da moça, ou seja, canibalismo puro. Algo bizarro na atualidade, mas que não era tão estranho na época que o conto tinha esse formato. Ainda bem que a história não é desse jeito hoje (risos)... Imaginem, talvez daqui a uns 500 anos, Jogos Mortais talvez vire conto de fadas.


Lucas Rodrigues

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Chapeuzinho Vermelho

Ao longo da história, os Contos de Fadas se fazem presentes na infância e na educação de modo geral. Princesas encontram seus príncipes encantados e todos vivem felizes para sempre... Sabemos que “felizes para sempre” dificilmente acontece, mas quem nunca viajou por mundos mágicos com essas histórias infantis? No entanto, a curiosidade me levou a pesquisar mais sobre os reais contos e suas “raízes”, revelando assim histórias bem escabrosas. Então, nas próximas postagens falarei sobre Contos de Fadas conceituados e que, na verdade, pouca coisa de magia e felicidade possuem. Comecemos pela “Chapeuzinho Vermelho”, uma das mais famosas. Sabemos que é o conto da menina que visita a avó para levar-lhe doces. Então aparece o Lobo Mau, que no fim come a avó e se faz passar pela idosa. No fim o lenhador chega e salva todo mundo. O conto original é bem mais, digamos, realista eu diria. Normalmente, nesses contos antigos o fim raramente é feliz. Com “Chapeuzinho Vermelho” segue-se essa mesma linha de pensamento. O Lobo Mau (ou lobisomem, ou ogro, ou troll – depende da versão) come todo mundo (a menina e a avó) e fim da história. Não existe lenhador na maioria das versões, por isso o fim “trágico”. Eu outras versões não tão antigas a Chapeuzinho Vermelho, a menina escapa inventando uma desculpa como ir ao banheiro, ir buscar alguma coisa e até, pasmem, engana o Lobo com um strip-tease juvenil (tive que rir com essa). Li também que em versões mais dantescas o Lobo convida a menina para comer as tripas da avó... (¬¬) Resumindo, como foi que se tornou um conto infantil romanceado? Não sei... Mas que surpreende saber de “onde” saiu a história da menina de capuz vermelho, ah! Surpreende.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

9° Encontro - 06/12 : Palestrantes : Eliane M. e Liz E.

Encerrando o ciclo de palestras sobre acessibilidade, as professoras que ministram os cursos Eliane Moro e Lizandra Estabel nos falaram sobre os projetos desenvolvidos e apresentação de alunos no SENABRAILLE (Campinas/SP). Assim como nos deram retorno dos estudos realizados. Houve a apresentação dos alunos (alguns em processo de TCC) que trabalhavam assuntos relacionados à acessibilidade e suas vertentes. Neste quadro, falaram Laís Nunes, Ângela Godoy, Gabriela Giacumuzzi e Camila Schoffen. Na verdade este último encontro serviu para “rever”, de certa forma, tudo aquilo que aprendemos durante o curso. Acredito que através dos trabalhos pudemos ver, de forma aplicada, as situações de acessibilidade e seus entraves: que por consequência são passíveis de estudo. Por meio desta, também venho parabenizar as professoras Eliane e Lizandra que idealizaram este curso e que nos proporcionaram esse momento de reflexão. Assim como parabenizo a todos que participaram como palestrantes ou como ouvintes. Com isto, reforço aqui a importância e o meu compromisso com isso quando for um profissional graduado; agindo assim de acordo com aquilo que prescreve nossa profissão de bibliotecário: o acesso a informação.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

8° Encontro - 22/11 : Palestrantes : Eliane M. e Liz E.

Falou-se neste dia em recursos e tecnologias, em especial em escolas. Salientou-se que deve haver mais recursos para “acessibilizar” a escola; implementando tecnologias assistivas, que são o conjunto de recursos e serviços que proporcionam qualidade de vida. Nos damos conta na palestra, que não adianta ter um belo plano no papel, mas o mais importante é garantir que os alunos possam ter autonomia. Acima de tudo o planejamento de ações de acessibilidade, deve ser implementado e sair do projeto. Ainda neste meio, as professoras falaram sobre projetos do governo com relação à acessibilidade e que avanços tem ocorrido nesta área política/legislativa. Ainda neste viés, foi comentado sobre o Programa INCLUIR que, como sugere o nome, tem como objetivo a inclusão de pessoas especiais. Num segundo momento, falamos de questões mais operacionais como periféricos de computador, iluminação, bengalas, colheres, simuladores e etc, que facilitam a vida de portadores de necessidades especiais. Também ainda reforçando a necessidade de prever e planejar um atendimento digno para essas pessoas. Habilitando assim a equipe para biblioteca para que a mesma esteja preparada para esse tipo de situação. Outra questão levantada foi que a pesquisa só se desenvolve no âmbito acadêmico. Sendo que os pesquisadores só se interessam em conseguir o título almejado, depois tudo para, e cessam-se os estudos. Temos que nos conscientizar da importância do nosso papel, não só como mediadores, mas também como administradores dos recursos. Temos, como bibliotecários, que estar atentos aos projetos do Governo e, porque não, criarmos nossos próprios. Devemos agir de forma estudada e planejada, para assim atender com excelência as demandas informacionais dos nossos usuários especiais.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

7° Encontro - 08/11 : Palestrantes : Filipe S. e Tamini N.

Neste sétimo encontro sobre na FABICO sobre os Tópicos Avançados em Acessibilidade em bibliotecas, tivemos como palestrantes: Filipe Silveira (IFRS) e Tamini Nicoletti, que nos falaram sobre a importância do acesso universal nas bibliotecas na atualidade. Num primeiro momento, nos foi lembrado um breve histórico das bibliotecas através dos tempos. Revimos as maneiras com que se apresentavam, objetos utilizados e principais práticas nas unidades de informação. Esta parte, em especial, não achei muito interessante, mas que vem a refrescar nossa memória sobre como as bibliotecas atuavam. Num segundo momento, partimos de uma constatação: as bibliotecas não estão preparadas para receber as pessoas com necessidade. Isto vindo de palestras anteriores, que nos mostram de modo bastante consistente a falta a de preparo dos profissionais e de infraestrutura. E é justamente neste quesito que nos atemos bastante nessa noite: aspectos arquitetônicos, físicos e informacionais das ditas bibliotecas acessíveis. Um dos grandes pontos foi a diferenciação de biblioteca adaptada e acessível. Parece não haver diferença, mas há. Uma biblioteca adaptada, como o nome diz se adéqua às questões físicas, mas não dá suporte adequado para a informação. Seria o mesmo que fornecer todos os métodos de busca e acesso às dependências da biblioteca, mas não disponibilizar recursos para o acesso da informação propriamente dita. Já biblioteca acessível é aquela que atende de modo satisfatório as necessidades de acesso, busca e etc. Conhecemos de modo mais profundo também o trabalho de Tamini, que se baseia em um checklist de avaliação dos serviços, aspectos e barreiras atitudinais nas unidades. Esta última foi a que mais nos prendemos. Como o nome suscita, “barreira atitudinal” corresponde a atitudes que esbarram, atrapalham ou refletem preconceito, impedindo assim que, uma pessoa com necessidades especiais se sinta confortável; ou que tenha acesso à informação. Isto tudo só veio reiterar aquilo que viemos discutindo ao longo do semestre: acessibilidade, respeito e atitudes pró-ativas só veem a colaborar com as soluções dos entraves causados pelas privações das pessoas.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Pássaros e a Biblioteca

A relação das pessoas com os animais é sempre interessante no meu ponto de vista. Sou suspeito para falar, pois adoro animais; inclusive o Sammy sempre diz que eu sou meio “bruxo” por ter tanta afinidade com os bichinhos. No entanto, hoje venho falar sobre os animais de estimação da Biblioteca da Medicina da UFRGS. É um pouco estranho pensar que se tem animais nas dependências da biblioteca... Mas sendo francos, eles não ficam bem “dentro” do acervo, ficam na janela. Estou falando de diversos pássaros que se agrupam no espaço de um 1,30m por 1m que fica na frente da janela da cozinha. As colegas de trabalho, Marina e Alaíde, são quem os trata e dá a eles todo o carinho e conforto: com direito a piscina, alpiste e pão à vontade. Isso faz com que eles sejam tão dóceis ou ponto de quase entrar pela janela na hora que estamos tomando café. Em especial, há dois pássaros que chamam a atenção: um sabiá (grande como um frango) e um pica-pau (igualmente enorme). Eu gosto bastante disso e me divirto na hora do café em função dos pássaros. Quem dera se todos pudessem ter esse contato com os animais.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Telejornalismo, isso?

Na Era da Liberdade de Expressão e da fácil transmissão de informação, fica difícil filtrar aquilo que é bom e o que nocivo para nós. Contudo, algumas coisas na TV são estupidamente ruins para quem assiste. Convenhamos, gostos à parte, que o telejornalismo de hoje está péssimo, em especial estes no horário do almoço. Apresentadores demagogos, gritando e falando as barbaridades que acontecem pela cidade, se dizendo porta-vozes do povo e detentores da moral, ou seja, realizadores do que eles chamam de “Jornalismo Verdade”. Não concordo que o telejornal tenha somente que abordar assuntos funestos, como: quantas mortes ocorreram na vila “X”, ou que o filho agrediu o próprio pai, ou que vizinhos se agrediram por causa de um pé de jaca... (¬¬) Isso não é notícia! Sabe o que é pior, são as pessoas que se utilizam da salvaguarda: “Mas essa é a realidade... Eles tem que mostrar!” Eu sei que esta é a realidade, todo mundo sabe, mas eu não preciso ver isso em todos os canais, especialmente na hora do almoço. Acredito que notícia seja tudo de novo e de diferente que acontece na sociedade: eventos, festivais, entrevistas com especialistas, comentários esportivos, previsão do tempo, reinvindicações sem “espetáculos circenses” e etc. Não precisamos de mais apresentadores gordos, bancando os indignados e fazendo um desserviço a comunidade com suas “versões” sobre aquilo que acham verdade. Isso é sensacionalismo... Isso é o que mais detesto na programação da televisão brasileira.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sertanejo Universitário

Sempre fui muito aberto com relação a ritmos musicais. Isso se deve ao fato de estar muito ligado à dança e por ter o gosto em conhecer os mais diversos passos. Contudo, fui muito relutante com um ritmo bastante popular no nosso país: o Sertanejo Universitário. Felizmente, perdi esse preconceito. Pesquisei sobre o assunto, pois não sabia o porquê desse nome. Na verdade ele se chama assim em função da faixa etária que mais gosta e produz essas músicas. Acho que devo mesmo às festas da faculdade a minha mudança de gosto. E sinceramente, não tem coisa melhor para dançar! Entre os cantores que se pode aproveitar a música, temos: Luan Santana, Michel Teló (foto), Fernando & Sorocaba, João Bosco e Vinícius e etc. Escutem, dancem e percam o preconceito também! Tenho certeza que vão aproveitar.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Angry Birds

Sabemos que alguns jogos são muito viciantes e que sou amante de uma boa jogatina. Em função disso, venho recomendar um jogo desse tipo, viciante: Angry Birds. Para quem não sabe, é um jogo em que o objetivo é destruir os porcos verdes, atirando neles com os cinco tipos de pássaros; um mais engraçado que o outro. Esse game ficou bastante popular em diversos celulares e tablets, se tornando o jogo do momento. O sucesso é tão grande que as fantasias mais vendidas nesse Halloween foram dos personagens do Angry Birds. Fico horas jogando e não percebo a hora passar, tanto que entro a madrugada com o Charles só em função disso. Baixem uma versão e divirtam-se!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Coração de Tinta

Hoje venho recomendar um bom filme chamado “Coração de Tinta: o livro mágico” que é baseado no livro “Inkheart”. Ótimo enredo, envolvente, fantasioso e com uma mensagem muito relevante sobre os livros, sua importância e sua conservação. Sou suspeito para falar, mas o fato de existir uma biblioteca linda no filme, chama a atenção, assim como o perfil da velha Eleonor, uma espécie de bibliotecária sarcástica que é muito chic e intelectual (convenhamos os bibliotecários sempre são pintados assim - :P). O filme conta a história de Mo, pai da menina Meggie, que é capaz de trazer a vida personagens dos livros à vida quando lê trechos em voz alta. Contudo, esse mesmo dom é o responsável pelo desaparecimento da mãe de Meggie. É em torno disso que a aventura acontece. Minha sugestão é essa, aproveitem e se puderem comprem o livro, pois acredito que de deva ser uma ótima aquisição.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Coração Desviado

Pessoas sofrem dos mais diversos males todos os dias. Uns tem enxaqueca, outros tem dores, outros ficam atrelados à cama. O mundo está cada vez mais estressante, onde tudo é para ontem e a alimentação é a menos apropriada, e é aí que aparecem as enfermidades. Hoje venho tornar público uma questão deste mérito. Algumas pessoas ainda não sabem, por isso decidi noticiar aqui no blog. Recentemente fiz exames que diagnosticaram um início de Hipertensão. Isso já é típico na minha família, assim como os problemas de coração. Isso é bastante preocupante, uma vez que o médico descobriu um desvio no meu coração. Este surgiu em função da forte pressão, que bombeia muito rápido o sangue através dos ventrículos e átrios, logo um desvio surgiu para dar vazão à forte corrente sanguínea. O impressionante é que cerca de 85% das pessoas da minha idade vão a óbito em função disso... Não preciso dizer mais nada não é mesmo... Minha mãe ficou bastante preocupada, pois este desvio não tem cura. Estou trabalhando na minha reeducação alimentar, cortando quase todo o sal, para assim diminuir a pressão arterial e minimizar os riscos. Não posso mais fazer exercícios de hipertrofia, como levantar muito peso e etc. Tento me manter bem, pois afinal sempre procuro ver o lado positivo das coisas, como ter uma alimentação mais saudável (já perdi 4 kg). Inclusive, também fiz piada quando descobri isso: “Claro, eu não poderia ter outro tipo de coração, senão um coração desVIADO!” (Risos). Sempre fui muito tranquilo com relação a isso. Se tiver que ser a minha hora, será... Acima de tudo, mantenho-me feliz pelas coisas boas possuo e pelas pessoas maravilhosas que tenho a meu lado.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

6° Encontro - 25/10 : Palestrantes : Clarice E. e Aline D.

Para quem ainda não sabe, estou participando de um ciclo de palestras sobre acessibilidade na UFRGS e que está abordando várias das necessidades especiais, e como nós bibliotecários podemos nos posicionar perante elas. A palestra desta noite foi com Clarice Escott e Aline Disconsi, ambas do IFRS. Elas falaram sobre a inclusão da pessoa com deficiência mental, assim como a educação dos mesmos, histórico e inserção no mercado de trabalho. No que diz respeito ao ensino, várias coisas me chamaram a atenção, em especial essa frase: “Se alguém não aprendeu, é porque alguém não ensinou” o que eu concordo, mas entretanto, me veio a cabeça uma questão: Mas se não há interesse, não adianta tentar ensinar. Como se tivesse lido meus pensamentos a palestrante tocou nesse assunto. Nos contou sobre as quatro dimensões do aprendizado: organismo (nossa “máquina” que nos move); corpo, inteligência (capacidade de conhecer) e o desejo (aquilo que nos move). E o desejo é o fundamental de tudo, ou seja, é fundamental que se interesse pelo assunto. Sabemos que pessoas ditas “normais” também possuem dificuldades no aprendizado; com pessoas com necessidades especiais não é diferente. Para superarmos essas dificuldades é necessário pensarmos que o sujeito afetivo vem de um meio social e que está inserido de determinada forma na sociedade. Devemos entender essa inserção e trazer elementos que despertem a curiosidade. Nesse instante é que fica complicado, como entender o diferente de mim? Essa foi a questão levantada pela palestrante. Para começar a entender é importante saber que a escola não é um espaço só de conhecimento, é um espaço de prazer e constituição afetiva. E como isso se dá? Dá-se através de jogos, brincadeiras dizendo que aprender é bom e etc. Pessoas com deficiência mental requerem maiores cuidados, mas se formos analisar profundamente, veremos que eles tem tanta capacidade quanto alguém dito “normal” no que diz respeito a aprendizado. E em função disso podem ter problemas de aprendizado como qualquer pessoa. Basta despertar a curiosidade e fazer com que a criança construa o conhecimento... E por que não se esta construir o conhecimento numa biblioteca? Fica a dica!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 1 de novembro de 2011

5° Encontro - 18/10 : Palestrante: Alessandra Cantoni

Continuando o ciclo de palestras sobre acesso universal à informação na FABICO e os comentários sobre a Disciplina de Tópicos Avançados em Acessibilidade. A palestrante convidada foi a Alessandra Cantoni que nos falou sobre a educação de cegos, assim como a professora Lizandra Estabel que nos falou sobre as diretrizes da IFLA (International Federation of Library Associations) em bibliotecas para pessoas com necessidades especiais no campo da visão. Na parte inicial, achei bastante interessante sabermos quais são as diretrizes prescritas para as bibliotecas para cegos, especialmente numa época como a que vimemos: a Era da Informação. Contudo, percebemos que nem todo que se deve ter numa biblioteca especial é atendido e é aí que todos reforçam a participação do bibliotecário para que esteja não somente atento, mas comprometido com o funcionamento adequado na unidade de informação. A segunda parte, sinceramente, não me acrescentou muito. A palestrante não comentou especificamente sobre a educação de cegos. Ela somente narrou situações engraçadas que aconteceram com ela pelo fato de ser cega e etc. Falou um pouco sobre como conduzir e oferecer ajuda em algumas situações do dia-a-dia, o que eu já tinha conhecimento, mas é sempre bom relembrar. Foi conversado também que cerca de 80% das pessoas com necessidades especiais, são aquelas que tem algum problema de visão, seja ele parcial ou total. Isso me surpreendeu, pois nunca imaginei que fosse tanto. Acho que isso deve funcionar como um aviso e nos alertar que devemos estar preparados para atender o público especial, em destaque as pessoas cegas.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

4º Encontro - 27/9 : Palestrante: Juliana Carvalho

Esta Disciplina de Tópicos de Acessibilidade tem dado o que falar. Estou gostando bastante, apesar de ter consciência de que falta muito para chegarmos a um ideal no que tange o acesso universal e inclusão de pessoas com necessidades especiais. A palestra da semana foi com Juliana Carvalho, e ela falou sobre pessoas com deficiências motoras e acessibilidade a locais públicos. De longe foi a melhor palestra até agora. Eu já a conhecia, pois havia visto uma reportagem dela no Fantástico, a mesma que ela reprisou na noite da palestra. Bastante jovial e muito animada, mostrou que não é pelo fato de estar em cadeira de rodas que ela iria se abster do mundo. Palavrões à parte (pois ela falava muitos deles), ela contou várias de suas histórias e situações envolvendo sexualidade e intimidade entre pessoas portadoras de deficiências motoras. Falou sobre seu livro, intitulado “Na Minha Cadeira ou na Sua” e apresentou até um filme que demonstrava como fazer determinadas posições sexuais sobre rodas. Achei bastante diferente e aprendi muito sobre o assunto. Uma das coisas que eu desconhecia era que pessoas paraplégicas e tetraplégicas faziam sexo. Acredito que isso parta de um preconceito, pois como Juliana mesmo disse: “as pessoas acham que a nós não temos libido, e isto não é verdade”. Mais curioso ainda foi saber que existem pessoas com taras em paraplégicos, tetraplégicos, mutilados e etc. A maioria das pessoas acharia estranho isso, como a palestrante mesmo disse, mas como ela mesma também mencionou “ainda bem que eles existem”. Claro que ela falou sobre acessibilidade em locais públicos, especialmente em motéis, e estes se mostraram totalmente despreparados. Clique e assista o Teaser do filme que é baseado no livro dela. Acho que essa aula que tivemos nesta noite serviu não só para me esclarecer assuntos, mais também para quebrar meus tabus.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

3º Encontro - 06/9 : Palestrante: Carolina Sperb

Continuando no ciclo de palestras sobre acessibilidade e as discussões sobre a necessidade maior de incluir. Desta vez recebemos a convidada Carolina Sperb, que nos falou sobre surdos e surdez. Fiquei fascinado, pois foi a primeira vez que tive a oportunidade de ouvir uma palestra com uma surda, através de interprete. Carolina nos falou sobre a linguagem e a cognição dos surdos nos processos aprendizagem. Comentou sobre as dificuldades e sobre a falta de conhecimento e informação ao saber lidar com um surdo. Aprendemos algumas coisas sobre LIBRAS (Linguagem Brasileiras de Sinais), a qual, eu não sabia, varia um pouco até mesmo de cidade para cidade. E que assim como a língua falada tem “sotaque” e gírias propriamente regionalizadas. Outro aspecto importante da palestra foi a questão da relação do professor e do aluno surdo. Ela nos relatou que alguns professores acham que o aluno surdo é responsabilidade do tradutor ou, pasmem, que o aluno pode receber respostas do tradutor em provas e etc. Isso só reflete a falta de conhecimento sobre os assuntos relacionados os PNEEs e que só se resolvem com informação, uma área muito íntima a nós bibliotecários, não é mesmo? Temos que mudar essa situação. Não houve grandes debates, pois todos concordavam que mais informação e políticas públicas são necessárias nesta área. Assim como são imprescindíveis o respeito e a consideração pelo profissional surdo e suas habilidades. No fim, valeu a pena aprender a “aplaudir” em LIBRAS.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

2º Encontro - 30/8 : Palestrante: Márcia Amaral

Mais uma vez venho comentar umas das palestras do ciclo de atividades da Disciplina/Curso de Extensão de Acessibilidade. Esta noite a convidada foi Márcia Amaral, que nos falou sobre a necessidade de inclusão e a educação inclusiva. De modo que foram abrangidos de forma alongada, o histórico, as necessidades educacionais de diversidade e a acessibilidade em bibliotecas para pessoas especiais. Sendo franco, achei bastante relevante o assunto e pertinente às novas (velhas) demandas de acessibilidade. Contudo, a palestra foi cansativa, longa e pouco interativa. Digo isso especialmente na parte que tange o histórico da educação especial ao nível de Brasil e do mundo. Foi discutido se havia relevância ou não na necessidade de uma pessoa com necessidade especial estar numa turma “normal” de colégio. Márcia afirmou que sim, que isto era fundamental, mas algumas pessoas na platéia discordavam um tanto disso. Diziam que o PNEE (em especial, com Síndrome de Down) poderia atrasar toda uma turma em função da sua lentidão. Isso foi debatido. Levantou-se a questão de colégios para pessoas especiais, na qual foi afirmado que nada substituiria o relacionamento num colégio normal, e que isso aumentavam a segregação. O que me deixou um tanto insatisfeito foi que ao ser perguntada qual seria a solução, as respostas eram “é muito difícil”, “não existe uma solução” e etc... Isso me deixou em dúvida. Afinal, o que é melhor: a criança num colégio especializado onde não se sinta um estorvo?; a criança num colégio normal com professores despreparados de rede pública? Sinceramente, não sei a solução para esse engodo. Acho que o ideal seria termos professores mais preparados (e melhor remunerados), para que assim pudessem realmente trazer acessibilidade à educação (especialmente a de base) e diminuir o preconceito com o diferente.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 4 de outubro de 2011

1º Encontro - 16/8 : Palestrante: Maria Cristina França

Todos sabem que estou concluindo o Curso de Biblioteconomia da UFRGS, de modo que eu não necessitaria fazer disciplinas esse semestre. Contudo, acredito que me faltavam conhecimentos na área de acessibilidade, que são oferecidos como créditos eletivos (embora eu acredite que estes deveriam ser obrigatórios). É uma satisfação uma vez que tenho o prazer em ter essas aulas com uma das minhas professoras mais queridas: Eliane Moro (UFRGS), e é claro, sua parceira inseparável: Lizandra Estabel (IFRS). Desta forma, utilizarem o Café com Bibliotecário para expor minhas ideias e opiniões, que resumem as palestras que temos com diversas autoridades na área de acessibilidade. Sendo que esta servirá como avaliação na Disciplina de “Tópicos Especiais em Acessibilidade”. A primeira palestra foi de Maria Cristina França, que abordou os PNEEs (Portadores de Necessidades Educativas Especiais), a diversidade e a sociedade. Não poderia ser diferente, de que forma iniciar esse discurso senão falando da relação dos PNEEs e a sociedade? Antes de tudo é fato que necessitamos sentir que fazemos parte de um grupo, sendo assim, Maria França reforçou essa mesma necessidade em todas as pessoas com necessidades especiais. Entretanto, demonstrou que isso é difícil para uma pessoa nessa situação sendo complicado trabalhar na inserção dessas pessoas. Há dificuldades, impedimentos físicos e psicológicos, preconceito e uma porção de coisas mais. Ficamos sabendo que apesar da Legislação estar amparando parte dessa inclusão, pouco se vê na prática. Foi ilustrado também a questão da normalidade e levantada a pergunta: O que é ser normal? Chegou-se a um conceito que não existe normalidade. E que é errado tratar essas pessoas chamando-as de “defeituosas”, e muito menos subestimá-las, ignorando os conhecimentos que possuem. De fato isso deve ter um fim! Não podemos como profissionais da informação, prováveis chefes de unidades, permitir que esse tipo de prática se instale. Devemos ser os principais promotores e mediadores de informação e acessibilidade na sociedade.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Miss Universe 2011

E está escolhida a Miss Universe 2011: Leila Lopes, Miss Angola! Posso dizer que fiquei muito feliz com a escolha dela, uma vez que torci contra a brasileira, Priscila Machado, com todas as forças. A nossa candidata estava com um vestido amarelo horrível, tinha posturas nenhum pouco polidas (certas vezes parecia que ela estava num campo de futebol) e fazia as expressões faciais mais antipáticas de todas. O concurso terminou para mim quando minhas favoritas (Kosovo, Venezuela, Colombia) caíram do TOP 15 para TOP 10. E tivemos grandes surpresas como Portugal, Netherland e etc... Para variar a “bela” organização brasileira protagonizou muitos “horrores” na noite do concurso. Com direito a erros de câmera, contra-regras correndo no fundo do palco e Adriane Galisteu falando absurdas bobagens. Por falar nisso, a mesma estava mais uma vez mal vestida, falava “abobrinhas” e chamava de bonitas as mulheres mais bizarras. Não sei porque insistem em convidar essa mulher para eventos de moda e beleza. Aferdita estava linda e muitos lamentaram a sua falta no TOP 10, inclusive a sua grande torcida presente. Faltaram vestidos bonitos (infelizmente não tivemos os vestidos do Kosovo nas semifinais), em compensação tivemos o vestido de “Tetris” da Miss Panamá e o “quindim” brasileiro da Priscila Machado (¬¬). No mais, a Angolana é linda, respondeu de modo correto a pergunta final e usava o vestido mais bonito do TOP 10. Já lá em casa, o que mais sofreu foi o Platão, mas depois ele ficou melhor (XD)... Esperemos então pelos próximos concursos e que tão cedo o evento não volte ao Brasil, para assim termos algo mais organizado, sem tanto “Carnaval” de cores e Claudia Leitte bancando a Lady Gaga.

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Universo em Kosovo

O evento mais esperado do ano no que tange a beleza feminina: Miss Universe 2011. A grande novidade é que essa edição do concurso, para quem não sabe, será aqui no Brasil, em São Paulo mais especificamente. Isto é histórico, uma vez que é a primeira vez que o certame acontece em território brasileiro, comemorando assim o 60° ano do evento. A cobertura nacional para o evento foi massiva e acredito que terá muita audiência quando for ao ar hoje às 22h na Rede Bandeirantes. Ximena Navarrete, Miss Universo 2010 passará a sua sucessora a famosa Coroa da Paz num belo espetáculo que promete novidades como: diversas trocas de cenários e eleição de uma das semifinalistas pela Internet (que aposto que será a Tailândia – sempre são elas as eleitas - ¬¬). Sabendo disso, me organizei com meus amigos e acompanharemos a transmissão. Assim como é a primeira vez que o Miss Universe vem para o Brasil, será a primeira vez que acompanharemos o concurso na minha casa. Denominei então o evento de “Miss Universe 2011 in Kosovo”. Muita comida, bebida e apostas nas candidatas. Minha favoritas são: Aferdita Dreshaj – Miss Kosovo (essa tenho certeza que vocês já sabiam que eu torcia para ela :P); Alyssa Campanella – Miss USA; Vanessa Goncalves – Miss Venezuela; Priscila Machado – Miss Brazil (porque acham que ela comprou o concurso); Deborah Henry – Miss Malaysia e Catalina Robayo – Miss Colombia. Veremos o que nos reserva esse concurso…

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Temakeria Japesca

Muitas pessoas sabem que eu sou bastante glutão e aprecio de tudo um pouco no que se trata de comida. Não tenho preconceito com nenhum prato e costumo experimentar antes de dizer que não gosto de determinada culinária. É em função disso que hoje venho recomendar um local bem legal e com pratos "exóticos". Tudo bem, hoje em dia esse tipo de prato não é mais tão incomum, contudo, muitos ainda relutam ao comer peixe cru. Isto mesmo, estou falando de culinária japonesa, que é praticamente baseada em frutos do mar, arroz, algas e especiarias. Posso dizer que adoro esse tipo de comida, assim como adoro comida chinesa. Agradeço muito a Gabriela Goldani, minha colega na FABICO, que me apresentou o lugar que venho recomendar hoje. A Temakeria Japesca é um ótimo lugar e desde que fui apresentado tenho ido diversas vezes. Ela fica no Mercado Público em Porto Alegre, Banca D, lojas 41-43. Lá eles servem diversos tipos de Temakis (meu favorito é o Temaki Filadélfia - essa aí ao lado), Niguiris, Sushis, Sashimis, Hossomakis e uma salada de pepino fantástica! Recomendo muitíssimo! E se você nunca comeu comida japonesa, o lugar para experimentar é lá.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Formatura da Dayana

Não podia deixar de comentar um dos eventos sociais do ano: A Formatura do Platão! Para quem não sabe, Platão é um dos meus melhores amigos e é com ele que normalmente aproveito os dias de concursos de misses. No fim de semana passado, ele se formou em Matemática, pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) e, é claro, fui convidado para a solenidade e para a recepção. Estava tudo lindo! Como já dizia nosso amigo Evandro Hazzy: Ele estava "humildemente em ouro" (risos). E embora ele tenha “travado” um pouco na hora de falar, ficou nítida a emoção dele, que vibrou muito com a nossa torcida barulhenta. Com destaque ao palco, que estava igual ao do Concurso de Miss Brasil e a música excelente escolhida para a entrada dele! (XD) Muitas pessoas foram convidadas (uma ou outra não precisavam ter ido - ¬¬), mas tudo estava ótimo e posso dizer que fiquei muito orgulhoso do meu amigo, que carinhosamente chamo de “Dayana”... Falo isso, pois nada mais é que uma homenagem a uma das misses que ele mais gosta (essa de amarelo na foto, sendo aplaudida pela minha favorita Zana). Enfim, só venho dizer que a festa estava linda, que os convidados adoraram e que agora só me resta esperar para ver ele vibrar na minha cerimônia de formatura também!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um Ano de Panda

Sabemos o quão difícil está preservar os relacionamentos nos dias de hoje. É fato, cada vez mais as pessoas se distanciam em função do trabalho, da vida acadêmica ou das atividades mais diversas... Contudo, há aqueles que conseguem manter bons relacionamentos e objetivam juntos uma vida cheia de conquistas. Fico feliz em fazer essa postagem, pois no dia 21 deste mês completei um ano de namoro com o Charles. Pode parecer pouco tempo, mas é tempo o bastante para conhecer parte da pessoa com quem pretendemos viver o resto da vida. Meu ano se resume em boas lembranças (mesmo sem muitas fotos), alegrias, uma ou outra briguinha (que todo casal tem), encontros com a família, amigos e etc. Mas o que é fundamental nisso tudo são as lições que se aprende e se ensina. Obvio que não vou esquecer nunca dos dias chuvosos assistindo Glee, Fringe, Game of Thrones e etc, ou até mesmo das longas viagens até Dois Irmãos para assistir concursos de beleza... (XD) “Pandiçes” à parte, foi um ano excelente! Que venha o segundo!

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Novos Alunos de HOGWUFRGS

Gente nova na FABICO! Bixos e bixetes por todos os lados! Posso dizer que me sinto renovado com isso, sabendo que pessoas novas e dispostas estão ingressando em HOGWUFRGS. Definitivamente, ainda que muitos lamentem, a maioria ingressante na Biblioteconomia é Lufa-Lufa, ou seja, gente que entra e sai da faculdade sem ser notado. Contudo, temos bons “Grifinorianos” nos representando, em especial as meninas. Acho que descobri minha sucessora, aquela que vai acabar fazendo as entrevistas nos trotes e que vai puxar o pessoal para dançar nos churrascos do curso e isso me deixa feliz. Claro que entraram pessoas na Corvinal também e sempre tem gente da Sonserina que, aliás, já ganhou uma menina que faz jus a sua casa (¬¬). Visto isso, naturalmente, o pessoal do verde e prata já olhou atravessado para o pessoal do rubro-dourado... Não adianta, é quase um instinto! (XD) Os opostos entram em conflito sempre, e posso dizer que pelos mesmos motivos que eu entrei quando ingressei na Universidade. Aguardem... Grandes confrontos de Grifinória x Sonserina à frente! Pena que desta vez eu acredito que eu só vá assistir... Ah, me sinto velho!

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Daqui Há um Ano

Tudo que começa, tem um fim... E é com esse pensamento que inicio meu último ano como estudante de graduação da UFRGS (ou HOGWUFRGS, como eu chamo). Realmente, muita gente reclama e fala absurdos dos professores, dos serviços, dos colegas, mas que no fundo vão sentir falta de toda essa função da universidade. Bem, é verdade que muitos voltam para se tornarem professores (não excluo essa possibilidade), mas a questão é que largar essa “mãezona UFRGS” é difícil. Deixar para trás toda a convivência social e os amigos coletados durante a trajetória acadêmica é complicado, pois sabemos que não nos veremos mais com tanta frequência. Deixar para trás a FABICO daqui há um ano, me deixa triste, mas também me deixa feliz, pois é uma etapa que chega ao fim. Iria me formar no fim desse ano, mas decidi protelar para o meio do ano que vem. Desta forma, poderia aproveitar mais uma porção de coisas, entre elas: mais um trote, mais um EREBD (em Florianópolis, aliás), mais um eleição para o CABAM, mais tempo para a implementação do trabalho de conclusão e etc. No fundo, é bem a Síndrome de Peter Pan, a gente não querer crescer e deixar os amigos e os bons momentos para trás... Mas a gente cresce, tem responsabilidades e aprende a fazer novos amigos na função das novas lídias. Melhor ainda é quando olhamos para trás e temos a sensação de dever cumprido e de que deixamos nossa marca no ambiente e nas pessoas com que convivemos.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Kingdom Hearts

Há algum tempo eu não recomendo jogos... Pois então está na hora de acabar com esse “jejum”. Posso dizer que achei muito bom o jogo de RPG da Square Enix (na época Squaresoft), o Kingdom Hearts que foi lançado em 2002 para Playstation 2. Já faz um tempinho que foi criado, mas confesso que me mantive entretido alguns dias com este presente que ganhei do Rafael Pires. A história gira em torno de Sora, um menino fofinho que percorre os diversos mundos das histórias da Disney em busca dos seus amigos. Alguns podem até achar que o game é para crianças, mas acho pouco infantil. Não é pelo fato de existirem personagens como Goofy (Pateta), Donald, Mickey, Aladdin, Peter Pan, Hércules e etc., que a trama do jogo se desenvolva de forma simples, aliás, ele é bem complicado em diversas partes. Sinceramente, a Square Enix sempre acerta nas suas produções, como a série de jogos do Final Fantasy que faz muito sucesso (a qual possui personagens em Kingdom Hearts). Recomendo o jogo, pois é diversão certa. Confira vendo a Abertura do Jogo.

Lucas Rodrigues

domingo, 24 de julho de 2011

Miss Brasil 2011

Realmente, como eu disse na postagem passada, esse concurso teve muitas emoções e foi no mínimo atípico. Posso dizer que estou chocado com o resultado final e não fui o único a pensar dessa forma. A vencedora foi a Miss Rio Grande do Sul, Priscila Machado, que foi contra todas as expectativas de vitória das misses São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Rio Grande do Norte. Isso resultou num TOP 5 estranho, culminando na vitória da gaúcha. Clique e veja o momento da Coroação. A organização estava excelente! O cenário melhorou muito e eles procuraram se assemelhar ao máximo ao Concurso de Miss Universo. Só detestei e peço, encarecidamente, que tirem os malditos bailarinos do evento, espero muito que alguém da coordenação do concurso pudesse ler minhas palavras e faça algo. A coreografia deles é ridícula e é nítido que os caras querem aparecer mais que as mulheres. Pior ainda foi um deles que quase derrubou uma candidata pisando no vestido dela na apresentação de traje de gala. Outro ponto a ser lembrado, embora eu seja suspeito para falar, pois adoro a etapa de trajes típicos, foi a abertura e a apresentação de trajes muito bonitos e interessantes; algo que não se via há muito tempo. O traje típico mais bonito, em minha opinião, era o da Priscila Machado, que fazia uma homenagem aos anjos do Natal Luz de Gramado. Contudo, ela não venceu essa etapa, que eu acho que já era de bom tamanho para ela. Mesmo sendo do meu estado, não acho que ela nos representará muito bem, aliás, nenhuma das que ficaram no TOP 5 o faria com excelência. Minha favorita, bairrismos à parte, era a Rio Grande do Norte. Muitos ficaram insatisfeitos com o resultado, tanto que acredito que ela foi a primeira Miss Brasil a ser vaiada na coroação. Isso só reflete a má educação dos brasileiros que acham que devem se comportar como se estivessem assistindo a uma partida de futebol. Também não gostei do resultado, mas pôr-se a vaiar é um absurdo! É um concurso de beleza, não uma luta de boxe! Por essas e outras que, pasmem, não serão vendidos ingressos para o Miss Universo 2011 no Brasil. Então queridos, sintam-se por satisfeitos em assistir ao concurso em casa, pois assim poderão vaiar à vontade. (¬¬)

Lucas Rodrigues

sábado, 23 de julho de 2011

Na Concentração para o Miss Brasil 2011

Hoje acontece a 57ª edição do Concurso de Miss Brasil que elege a nossa candidata ao Concurso de Miss Universo (MU) 2011, que também será em São Paulo. Transmitido pela Bandeirantes às 22h15min, onde será apresentado pela Adriane Galisteu e Nayla Micherif, o espetáculo promete novidades. Quem passa a coroa é a Miss Brasil 2010, Débora Lyra (foto), que infelizmente não se classificou ano passado no concurso internacional. É claro que eu não perderia a oportunidade de assistir ao certame máximo de beleza do nosso país, uma vez que não perdi nem os internacionais, como o do Kosovo e dos EUA. Infelizmente a nossa representante do Rio Grande do Sul, Priscila Machado, não é uma das favoritas ao título. Contudo, minhas preferidas a receberem a coroa esta noite são três: Miss Distrito Federal, Alessandra Baldini; Miss Ceará, Anastácia Duarte; e Miss São Paulo, Rafaela Butareli. Deveremos escolher bem, pois não temos grandes candidatas esse ano. Muita emoção, uma vez vamos ver até onde a organização do Concurso de Miss Brasil pode se superar, uma vez que serão a sede do MU em setembro. Mais informações sobre as candidatas pelo site do Miss Brasil.

Lucas Rodrigues

OBS: Adorei esse jogo das candidatas ao título esse ano. Clique Aqui e jogue. (Risos)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Tudo Pelo Social

Semana passada, tive o prazer de frequentar mais uma vez o restaurante “Tudo Pelo Social” Confesso que quando ouvi esse nome, imaginei aqueles restaurantes para moradores de rua, em que se paga um valor “simbólico” para comer. Na verdade, para a minha surpresa, o lugar era bem diferente e os pratos melhores ainda, como lá desde então. Este local fica na Rua João Alfredo, 448, no bairro Cidade Baixa em Porto Alegre; lá são servidos diversos pratos, entre eles a famosa A La Minuta. Por que ela é famosa? Bom, só conhecendo para saber, mas já adianto que ela é enorme. Quem me conhece sabe que como bastante (um tremendo glutão para falar a verdade), digo que eu como uma A La Minuta dessas e não consigo comer mais nada. Ela com certeza satisfaz qualquer fome e o preço é bastante razoável. Por isso, se ainda não conhece o lugar, se dê permita experimentar uma dessas delícias da nossa capital. Fica a dica!

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Harry Potter e as Relíquias da Morte II

Finalmente saiu o último filme da saga Harry Potter. E é claro que eu não poderia deixar de assistir a conclusão da história, esta que marcou toda uma geração e esteve em destaque durante dez anos. Posso dizer que saí muito contente da sala de cinema neste sábado. Realmente a produção do filme merece elogios, assim como os atores. Se pudesse resumir numa só palavra, seria: incrível! Em minha opinião nada deixou a desejar. Entretanto, o que mais gostei não foi tanto o desenvolvimento da trama principal, mas sim cenas e resoluções de tramas de coadjuvantes. Por exemplo, a cena em que a Minerva McGonagall expulsa Severo Snape de Hogwarts depois de um duelo, é ótima! Não tem como não vibrar (senti saudades da professora Jussara – risos). Outra sequência que chama a atenção é a da trama e dos segredos revelados de Snape... Correu até uma lágrima nessa hora. As batalhas estavam excelentes, os efeitos melhores ainda, com ressalvas ao dragão branco ucraniano de Gringotes que ficou muito bem feito. Assim como previram, o duelo entre Harry e Lord Voldemort é épico, não tenho nem palavras para descrever. Acredito que até mesmo para aqueles que não gostam da saga, fica difícil criticar, uma vez que Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 quebrou todos os recordes ao redor do mundo já na estréia. É incontestável a grandeza dos livros e agora desse último filme, que culmina uma série de acertos e excelentes produções cinematográficas. Recomendo muito que assistam! Em especial, assistam no cinema. Será um dinheiro bem investido. Clique e veja o Trailer.

Lucas Rodrigues

OBS: Ver a McGonagall no filme, mandando a Sonserina para fora do salão comunal (algo do tipo: “senta lá Sonserina”)... Não tem preço! (XD)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Toucas Peruanas

É incontestável que esse é um acessório cada vez mais utilizado aqui em Porto Alegre. Com a chegada desses dias frios, as pessoas, normalmente o público masculino, tem adotado a famosa touca peruana. Por mais que seja um item já bastante conhecido, nunca tinha reparado em como aumentaram os usos desse gorro. Sinceramente, não sei porque isso se dá e acredito que não seja somente em função das baixas temperaturas. Deve ser uma nova "modinha". Contudo, eu acho até bonito usar esse acessório, dependendo, é claro, do estilo da pessoa e da touca. Confesso que eu mesmo estou a ponto de comprar uma, mas não sei se vai combinar comigo. Entretanto, o importante é não passar frio na cabeça. (Risos).

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Meninas Bibliotecárias

Já falei aqui em outra ocasião sobre os meninos que cursam Biblioteconomia na UFRGS. Hoje, no entanto, venho falar das meninas, essas que dão a fama de “feminino” ao curso. É notável que elas sejam maioria, acredito que uns 70% que fazem a vida dos meninos (gays e heterossexuais) mais feliz. Elas estão sempre presentes, sejam elas amigas, colegas extrovertidas, tímidas, puritanas, irritantes sabe-tudo e as sem noção: há de todos os “sabores”! Mas o mais impressionante é que, apesar de sererem tão diferentes umas das outras, podemos dizer que são muito dedicadas, inteligentes e de grande simpatia de modo geral. Claro que há aquelas insuportáveis, que serão conhecidas mais tarde como “as bibliotecárias mal-comidas”, com o perdão da palavra, mas essas a gente esquece rápido. Em especial tenho algumas meninas que fazem meus dias mais felizes... Entre elas estão as que me acompanham há mais tempo, como: Andressa, Marluce, Aline, Luziane, Catiele e Valquíria (todas da Grifinória, evidentemente); até as que recentemente entraram na UFRGS ou que não são minhas colegas diretas, mas que admiro bastante, como: Nalin, Ana, Flaiane, as Marianas, Nicole, Andressa Balverdu, Ketlyn, Raquelzinha, Carol, Natália, Eliana... E por aí vai! Poderia dizer vários nomes aqui, sem o pesar de estar falando o quão preciosas são essas futuras bibliotecárias. Um beijo em todas elas!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 5 de julho de 2011

Carros 2

Adoro filmes de animação, em especial os direcionados ao público infantil (até porque no fundo todo mundo é criança). Hoje venho falar, e muito bem, sobre o último filme da Disney: Carros 2 (Cars 2). Esta é a continuação do já reconhecido filme que retrata a história do Relâmpago McQueen (Lightning McQueen) um famoso carro de corrida. Contudo, neste segundo filme o foco recaí sobre o melhor amigo de McQueen: Mat (Mater). Traz uma lição bastante importante, como gostar dos amigos sejam eles como forem; misturada a ação e aventura em corridas: no Japão, Itália, Inglaterra e etc. A trama é mais inteligente e mistura elementos bastante adultos, talvez por isso não tenha sido um grande sucesso de crítica. De fato, me agradou muito e recomendo este para assistir nesses dias frios de inverno. Clique e assista ao Trailer Oficial.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 28 de junho de 2011

Game of Thrones

Hoje é dia de recomendar... Dessa vez é uma série, por sinal uma das mais famosas do momento. Estou falando de Game of Thrones! Baseada nos livros da coleção “As Crônicas de Gelo e Fogo” (A Song of Ice and Fire) de George R. R. Martin, a história nos conta, como o nome sugere, a guerra pelo poder nas terras dos sete reinos. Estes reinos, assim como suas famílias, são representados por animais, como: Dragão, Leão, Lobo, Cavalo e etc... Acredito que faça tanto sucesso em função da trama ser envolvente, dinâmica, cheia de surpresas e uma pitada de sensualidade. A primeira temporada encerrou esse mês, mas deixou muitos ansiosos pela próxima etapa. Eu, particularmente, pretendo comprar os livros, embora apenas existam quatro, dos sete previstos para a conclusão da saga. Recomendo a todos, sejam eles os livros ou a série. "The winter is coming", ou melhor... No nosso caso aqui em Porto Alegre, já chegou! (XD)

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Porto Alegre Gelada

E o frio chegou de vez em Porto Alegre! Finalmente o inverno mostrou a que veio nessa segunda-feira. Para quem não conhece meu estado, o Rio Grande do Sul, assim como todos os estados do sul do país, é famoso por suas baixas temperaturas. Acho que foi por isso que decidi nascer aqui. Hoje posso dizer que vim congelando para o trabalho, mesmo estando bem agasalhado. Eu sou suspeito para falar, pois adoro essa estação do ano, é minha favorita. Só tenho pena das pobres pombas do centro que viram legítimos picolés com asas (XD). Digo, com todo o entusiasmo: verão fique onde está, ou seja, bem longe de nós! E que, com estes 5°C, neve esta noite na minha cidade.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dia dos Namorados e os Solteiros Recalcados

O Dia dos Namorados passou e só tenho a comemorar o fim de semana maravilhoso que passei. Como manda a tradição: com presentes, boa comida e companhia agradável. Contudo, a postagem de hoje é sobre aqueles que falam só asneiras sobre esse dia. Muitas pessoas dizem que é uma data puramente comercial... E é mesmo! Mas quem é que não gosta de ganhar presente e/ou poder desfrutar com a pessoa amada bons lugares? Outra coisa que me deixa pensativo são os solteiros de plantão que precisam urgentemente reafirmar da sua “solteirísse”. Chega a ser engraçado como ridicularizam essa data com frases idiotas ou com tweets mais idiotas ainda... Em minha opinião isso é puro recalque. Pois quem realmente está feliz solteiro, não ataca quem está namorando, para que assim possa se sentir melhor. Entendam caros solteiros recalcados, que se os namorados tem um dia no ano, vocês tem todos os outros... Então, no próximo ano, se ainda estiverem solteiros, deixem os namorados serem felizes e cuidem dos seus lances rápidos que vocês ganham mais.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Kit Anti-homofobia

Só depois de algum tempo decidi me posicionar com relação ao famigerado “Kit Anti-homofobia”, o qual o Governo criou para inibir atitudes discriminatórias nas escolas pelo país. Vi pessoas comemorarem o fato do kit ter sido tirado de circulação. Sinceramente, eu vi os vídeos e não os achei ofensivos e desnecessários como muitos diziam. O que achei meio descabido foi o do transexual, mas não achei tão absurdo. O que me deixou pasmo foram alguns psicólogos e pedagogos que foram à TV dizer o tamanho disparate: “Estes vídeos podem fazer com que nossas crianças mudem sua orientação sexual e... blá, blá, blá!”. E o que é pior, as pessoas da TV e nas ruas (especialmente aquelas sem um pingo de discernimento) começaram a repetir esses absurdos. Desde quando um vídeo é capaz de mudar orientação sexual? Porque se fosse assim haveria tais vídeos aos montes para vender, pois o que não falta são pais insatisfeitos com as orientações dos filhos. As pessoas nascem assim, e sabem que são antes mesmo de saberem o que é sexo ou qualquer coisa do gênero. Na minha concepção, um vídeo de escola nunca será capaz de apontar a uma criança, ou adolescente, se ele deve ser homo, hetero, bi ou transexual. Me dói ver que qualquer ideia que ajude contra o preconceito seja rechaçada assim e que o Governo perca tanto dinheiro em função disso. A única coisa que considero um erro é essa gente infeliz na TV falando bobagem. Rezo pela alma deles (¬¬).

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Proibição das Carroças

Já comentei algumas vezes aqui sobre a crueldade com animais. E é visando diminuir com a mesma que estão pensando em proibir a utilização de carroças nas ruas e avenidas onde há trafego de automóveis. Os protetores dos animais alegam que é estressante para os animais, no caso os cavalos, pois estes suportam o barulho e esforços diários absurdos. Isso sem contar que na maioria dos acidentes entre automóvel/carroça o animal sai mutilado ou morto. Acho bastante interessante esse pensamento, contudo acho complicado “proibir”. Há pessoas que realmente utilizam as carroças como meio de transporte e/ou baseiam seu sustento com isso. Acredito que deva sim ser proibida a circulação dos carroceiros em avenidas de grande movimento, entretanto, se o dono trata o animal com respeito, alimentação adequada e, porque não, com carinho, não há necessidade de proibi-lo. Eu mesmo já sofri acidente de automóvel em função de uma carroça... Sei o quanto é ruim, mas a nossa realidade não é igualitária o bastante para simplesmente impormos uma Lei e privarmos pessoas mais humildes de se locomover ou trabalhar. Nada justifica maus tratos aos animais, apenas tenhamos bom senso.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Osama nas Alturas

Sei que esse assunto já foi falado diversas vezes nessas semanas, mas não podia passar em branco sobre esse assunto. Afinal de contas, os EUA fizeram certo em sua abordagem na ação que culminou com a morte de Osama Bin Laden? Muita gente falou e ninguém chegou a uma conclusão, inclusive acho que nunca vamos chegar. Minha humilde opinião é que agiram de forma correta, inclusive por agir sem a permissão do Governo Paquistanês. Acredito que se fossem pedir autorização, ou qualquer coisa do gênero, o terrorista teria a oportunidade de fugir, uma vez que sempre teve informantes infiltrados. Entretanto, o que me deixou pensativo, foi a reação do povo americano em função da morte de Bin Laden. Mesmo sendo o que ele foi, não consigo conceber que a morte, seja de quem for, seja com comemorada. Bem a verdade acho que todo mundo está errado (¬¬). Fizeram bem em consumir com o corpo do terrorista, mas há aqueles que criticam isso, dizendo que de acordo com a religião deles ele deveria ser enterrado e blá, blá, blá... Ora, isso não se aplicou quando ele explodiu todo mundo no World Trade Center. Sinceramente, acho que o mundo ganha mais com ele morto do que vivo, mas como sempre na história... Um vilão dá lugar a outro. Esperemos para ver qual será o próximo e torcer para que o nosso país não se envolva nessa presepada toda de terrorismo.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 10 de maio de 2011

União Estável

Agora gays podem ter uma união estável... Ou seja, praticamente, um casamento. Bom, a maioria das pessoas sabe minha opinião sobre isso. Acho importante, contudo, até certo ponto dispensável. Claro que isso dá mais direitos e proporciona igualdade de forma institucionalizada. A única coisa que me questiono é se todo homossexual visa uma união desse tipo... A resposta é clara: não, nem todos visam isso. Logo, muitos pensam em recriminar aqueles que não seguem essa prerrogativa. Eu não critico. Acredito que todos temos fases. Uns ainda curtem ir às festas e pegar todo mundo; outros estão felizes em sua “solteirisse”; alguns vão aproveitar a lei a constituir família... Isto é: continuamos iguais... Heterossexuais e gays, todos com os mesmos dilemas, controvérsias e tipos de atitudes e atividades. Parabéns aos nossos políticos por isso e espero que continuem nesta linha de pensamento que faz a Constituição efetivamente igualitária. Quanto aos comentários carregados de preconceito e ignorância, que surgiram por parte de religiões, grupos radicais ou pessoas idiotas sem ter o que fazer (especialmente aquelas com um Twitter a disposição), deixo minha piedade por suas mentes tão pequenas, bitoladas e obsoletas.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 26 de abril de 2011

XIII EREBD Sul: quebrando paradigmas

Mais uma vez a Biblioteconomia da UFRGS se aventurou fora dos limites do estado do Rio Grande do Sul. Nosso rumo foi a cidade de Londrina / PR, a “pequena Londres” brasileira. Mesmo depois de quase 18h de viagem e de nossos motoristas se perderem, acabamos nos divertindo bastante. O grupo que foi representando a nossa universidade estava bastante coeso e se esforçou muito em levar um pouco das nossas tradições, como: o chimarrão, a postura, nossos hinos e é claro... Pessoas bonitas! (XD) Claro que entre os banhos de piscina (porque estava muito quente por lá) e as festas de alojamento, íamos as palestras... Mas essa era a parte chata da história. Aproveitamos as compras no shopping, assim como adoramos as bobagens ditas antes, durante e depois da viagem. Todos que foram, deixaram sua marca e foram marcados de alguma forma, são eles: Andressa e Marluce, minhas meninas que sempre estão confirmadas nas bagunças do EREBD; Cainã, o nosso querubim maçônico com piscina da Pucca que logo me sucederá na FABICO; Jéssica, que assim como o Cainã, sucederá a Andressa nas funções Fabicanas; Alberto, nosso grande rapaz tímido; Alexandra, a querida satânica do Bob Esponja; Leandro, o único da Sonserina, mas é como se nunca fosse, uma vez que se tornou um ídolo durante a viagem esbanjando irreverência; Filipe, o integrante perdido da Família Lima que faz cara de Beagle; Flaiane, a doce menina dos cabelos vermelhos; Andressa Balverdu, ou simplesmente a manda-chuva da viagem e uma das que mais lutou pelo evento; Cadu, aquele que comeu o gordinho (XD); Elizabeth, nossa bem-humorada faquir; Fernanda, a mais nova mais velha no curso; Jobson, o menino do Blow; Mariana Boeira, a nossa Miss; Mariana Pahim, que virou minha amiga de infância no último dia; Nicole, a menina do Mini Currrso; Sérgio, nosso Datena/Zacarias com diversas “ibagens”; e por último, mas não menos importante, meu querido missólogo, a nossa nona, minha avó, Vinícius, o Mitto! Essa bagunça vai deixar saudades... Foi um EREBD de quebra de paradigmas, onde a Grifinória bebeu e fez festa, e onde eu saí com uma coroa prateada e saudade no coração. Que venha Florianópolis!

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bibliotecário Barman

Alguém pode me dizer, por que bibliotecas tem uma forte tendência a se tornarem "ímãs para loucos"? Não me refiro às pessoas que trabalham na biblioteca (é, algumas até sejam loucas), mas sim aos usuários. sabemos que as bibliotecas públicas tem essa característica mais acentuada, como: gente com cara de terrorista, gente com conversas estranhas e (pasmem) que se urina nas calças e etc. No fundo acho que sei o que isso significa, uma vez que temos públicos tão heterogêneos. Muitas vezes o bibliotecário no balcão de empréstimo atua como se fosse um garçom... É isso aí! Comparem a biblioteca a um bar. Muitos usuários se aproximam no intuito não somente de serem atendidos, mas também de serem notados; assim como para desabafar, contar histórias, fazer um amigo, dar uma cantada. Quem trabalha em biblioteca sabe o que estou falando. Trabalhar com o público é ter sempre uma variável, pois um usuário nunca é igual ao outro. E nessa variedade toda encontramos, gente legal, gente chata, gente safada, gente louca... Todos querendo o mesmo tipo de "bebida": informação.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 12 de abril de 2011

FABICO e os Novos Atritos

Realmente a FABICO às vezes pode ser um lugar selvagem. No fundo, todos os colegas, especialmente falando com relação à Biblioteconomia, são como integrantes de um grupo mais que acadêmico: são uma família. E como tal existem romances, brincadeiras, companheirismo, brigas, discussões, diferenças de opinião... O que determina se somos ou não uma boa “família”, em minha concepção, é a maneira como agimos com relação a nossos iguais (mesmo eles não sendo tão iguais assim). Eu mesmo já briguei, discuti, fui atacado e já ataquei, contudo... Isso não me levou a nada. É por isso que quando vejo os atritos desses novos colegas, percebo nitidamente a falta de comunicação e vontade de se fazer entender. As “fofoquinhas” rolam soltas, o que sempre ocorreu e sempre vai ocorrer; entretanto, quando fazemos algo, temos que nos dar conta que aquilo gera consequências... Não somente para si, mas para um grupo em geral. Às vezes o grupo até se rompe. Acho que alguns colegas devem esfriar a cabeça e se focar em coisas mais importantes, como: aula e coleguismo. Afinal de contas, é só isso que vão levar quando saírem da UFRGS. Fica a dica deste que já acredita ter visto bastante coisa nessa faculdade.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 5 de abril de 2011

Crueldade sobre Rodas

Hoje, como de costume, me encaminhei para pegar o ônibus e vir para o trabalho. A parada fica numa das avenidas mais movimentadas de Porto Alegre, e mesmo sendo cedo já estava cheia de carros e motoristas ansiosos. Entretanto, o que marcou (e estragou meu dia) foi o acidente que ocorreu. Se é que foi acidente... Tudo aconteceu quando um cachorro-de-rua tentou atravessar. Um carro (tipo SUV) desceu a avenida com muita velocidade e acertou em cheio o pobre cão. Ele foi jogado para cima e bateu com força no asfalto. O motorista não parou. Até aí isso é, de certa forma, comum. O que não foi comum ver, foram os demais motoristas (cinco no mínimo) atropelarem e “reatropelarem” o corpo do cão. Algumas pessoas (estou incluso nesse grupo) tiveram que intervir, pois nenhum carro dava sinal que pararia. O animal ficou irreconhecível. E pensar que minutos antes eu estava acariciando o cachorro... Enfim, um senhor com uma carrocinha de papel, recolheu o animal com uma pá e disse que ia enterrá-lo. Todo esse choque logo pela manhã, me fez lembrar como meu cachorro, Kiko, morreu; quase da mesma forma estúpida. Lembrei-me de como me senti naquele dia e o quanto fiquei atordoado. Como podem existir pessoas capazes de tamanha atrocidade? Como podem existir pessoas que se sintam acima das conseqüências, simplesmente por estarem dentro de um carro? Fico revoltado e constrangido por existirem cidadãos dessa estirpe, que nos envergonham; nos dando um “tapa” gélido de realidade brutal às 7h da manhã.

Lucas Rodrigues