segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Preço por Amar

Qual o momento certo para se dizer: “Eu te amo!”? Eu responderia: “Quando se tem vontade de dizer e quando sentimos que isso é real”. Em muitos casos podemos amar sem ser amados, ou vice-versa. Geralmente é mais difícil estar do lado cujo qual não se é correspondido da mesma forma. Amor é algo complicado de definir, ou sentir. Entretanto, construir o “amor”, não é algo simples, impera tempo e dedicação. Claro que muitas vezes é mais simples dar as costas e procurar novos caminhos, no entanto, não é tão fácil deixar para trás uma pessoa a quem se gosta e todas as demais que estão ligadas a ela. Sentimento é coisa séria, todos sabemos disso e temos que nos dar conta que não se pode brincar com isso. Mas quando tramamos de sentimentos, especialmente aqueles direcionados a relações amorosas, geralmente estes machucam... E acreditem, nós necessitamos disso. Crescemos como pessoas a partir dessas experiências, pois proporcionam reflexões e nos incentivam à doação. É impreterível não falar em incertezas nesses momentos, afinal de contas pessoas são tão complexas e tão simples ao mesmo tempo. Não é fácil tomar quais que sejam as decisões de um futuro, seja ele seguro e confortável, ou desconhecido e perigoso. Eu diria que “arriscar” não é a palavra certa para descrever o momento em que se diz “eu te amo”, a palavra certa seria “acreditar”... Logo, eu acredito...

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Se Ela Dança, eu Danço

A música e a dança são fundamentais na minha vida. São elas que funcionam como combustível da minha alma, algo semelhante ao amor, só que de forma mais exclusivista. São essas duas as responsáveis por me dar força em momentos de tristeza, por exemplo: quando estou triste, deprimido por algum motivo, a melhor coisa que faço para me animar é ligar o rádio numa música bastante densa (até mesmo dramática) e dançar até a exaustão. Parece que o suor faz com que os sentimentos de dor e rancor sejam postos para foram através dos poros, e no fim eu me sinto mais leve. O mesmo acontece em momentos felizes, mas nesse caso a música e a dança emolduram os bons sentimentos. Hoje venho falar sobre um programa que há muito eu esperava para assistir. “Se Ela Dança, Eu Danço”, exibido no SBT às 20h30min nas quartas-férias, mostra bem isso. Apesar do nome brega e sem criatividade nenhuma, o programa, no bom estilo “Ídolos”, se propõe a escolher o melhor dançarino do país, sob o prêmio de 200 mil reais. Os jurados são bastante exigentes, e isso é bom. Eles são João Wlamir, Lola Melnick e Jarbas Homem. O que me move mais ainda a assistir é que conheço pessoalmente o Jarbas, pois tivemos aula com a mesma professora em Porto Alegre há muitos anos atrás. O programa é envolvente, divertido e traduz bem o sentido da dança e a importância da mesma. Então fica a dica para quem gosta de tudo que é ligado à música e dança, espero que gostem tanto do programa quanto eu.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Enchente Sensacionalista

Janeiro normalmente é um mês complicado para as minhas postagens, afinal de contas todos merecem umas férias. Contudo, ainda tento manter o blog atualizado. Hoje venho falar sobre as enchentes que andam assolando parte do nosso país. É de conhecimento de todos o que está acontecendo, uma vez que a mídia cobre os fatos, sejam eles aqui no Rio Grande do Sul, ou no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e etc. Muitas pessoas perderam as vidas, seus entes e/ou seus bens. Cidades inteiras foram praticamente destruídas, como no caso da cidade de Nova Friburgo na região serrana do RJ. Entretanto, o assunto de hoje não é propriamente as catástrofes, mas sim, o alarde causado pelas emissoras de TV em função disso. È claro que essa é uma das maiores tragédias naturais que afetaram nosso país, todavia, ficar vinte e quatro horas dando a mesma notícia é um absurdo! Às vezes até parecem que torcem para voltar a chover e haver mais caos para que assim possam ter mais audiência. Chega a ser sádica a maneira em que eles ficam contabilizando os mortos (de quinze em quinze minutos); muitas vezes as emissoras parecem não concorrer por audiência, mas concorrem como se fosse um “leilão” bizarro, onde a emissora que noticia o maior número de mortos, é a melhor. Não me entendam mal: acredito que isso seja importante e que precise estar nas telas de TV, até mesmo para conscientizar as pessoas a doarem ou ajudarem nesse caos. Mas a atenção exacerbada passa dos limites, por exemplo: ontem passei pelos cinco principais canais e todos falavam as mesmas coisas, reprisando as mesmas imagens de dois dias atrás, explorando as mesmas pessoas humildes que em lágrimas queixavam-se de perder tudo. Concluindo, já “enchente” o saco... Há outras coisas tão importantes quanto essa acontecendo no país e no mundo.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Muitos Amores, Muitas Lições

De fato muita gente sabe que sou namorador. Alcancei um boa marca no que diz respeito a namoros sérios, entretanto isso causa opiniões diferentes nas pessoas. Alguns pensam que, pelo fato de ter namorado muito, isso me torna uma pessoa volátil e sem vínculos. Outros acham que isso só reflete o fato de eu ser querido pelas pessoas, e que assim fica fácil firmar laços mais fortes. A minha forma de enxergar isso, é diferente... Não acredito que tenha namorado tanto por algum motivo específico... Tinha que ser assim... Sou o tipo de pessoa que não "fica", logo, isso explica a quantidade de namoros. No entanto, me doei inteiramente em cada uma das ocasiões, querendo, é claro, que cada um fosse o último namoro. Sempre no que tange a minha responsabilidade, eu cumpri, visando um relacionamento duradouro e com objetivos. Acredito que as pessoas que namorei pouco tem do que reclamar do meu carinho, respeito, fidelidade, sexualidade e afins. Não me sinto uma pessoa ruim por ter conhecido diferentes pessoas, pelo contrário, essas pessoas me fizeram amadurecer e sou o que sou graças a cada lição que aprendi. Continuo aprendendo ainda com quem estou hoje, e espero não deixar de aprender nunca. Sim, eu estou feliz... E, sinceramente, espero continuar assim pela vida toda.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mascherano e eu

Não é a primeira vez que me comparam a Javier Alejandro Mascherano, ou só Mascherano como é conhecido. Jogador de futebol argentino, que já teve inúmeras participações em diversos times como o Corinthians, River Plate, Liverpool e Barcelona, assim como participou da seleção argentina. Contudo, venho perguntar a vocês: Ele se parece comigo mesmo? Veja as fotos ao lado. Muitas pessoas me dizem isso, inclusive já me pararam, não uma, mas várias vezes na rua para dizer isso. Na FABICO e na UFRGS de modo geral, nem se fala. Concordo que há alguma semelhança sim (XD), mas (graças a Deus) meus dentes são melhores que os dele. Deem sua opinião: Devo comprar uma camiseta da Argentina ou não? :P

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Preço de Ser Diferente

Como já comentei na postagem anterior, "devorei" alguns livros nesse recesso de fim de ano. Um deles foi de Mônica de Castro, ditado pelo espírito Leonel: O Preço de Ser Diferente. Apesar de ser uma literatura direcionada ao espiritismo (cujo qual minha mãe adora e me presentiou com esse volume), li com bastante interesse. Conta a história de Romero e seus reveses para aceitar a sua homossexualidade, uma vez que seu pai não tolera esta condição. Ele passa por situações muito tristes, desde ser estuprado, preso e expulso de casa. Neste livro nos damos conta de tudo que passamos, decidimos anteriormente que devemos vivenciar... Algo como se a vida fosse uma "escola" onde se aprende (e se paga) através dos erros e acertos. Recomendo pelo seu conteúdo reflexivo e por retratar um belo romance. Para quem não leu, vale a pena ler. Se não tiverem oportunidade de comprar ou até mesmo retirar em alguma biblioteca, segue o link para download. Leiam e depois me digam o que acharam.

CASTRO, Mônica de. O Preço de Ser Diferente. 4.ed. 2005. DOWNLOAD

Lucas Rodrigues

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Símbolo Perdido

Primeira postagem do ano, e nada mais natural do que falarmos sobre um livro, uma vez que estamos num "café com bibliotecário" (risos). Estive devorando alguns livros nesses dias de folga e que passo agora comentando a leitura. O primeiro livro que venho recomendar é o último livro do Dan Brown: O Símbolo Perdido. Este conta a história do já conhecido professor de Arte e simbologista, Robert Langdon. Desta vez o mesmo se aventura pela cidade de Washington, nos Estados Unidos. Maçonaria, ocultismo, religião, experiências extra corporeas... Tudo isso, somada a já conhecida arte de Brown de nos prender ao livro. De fato, o final é simples demais, assim como todos os livros dele. Todavia, não se deve passar sem ler este. Envolvente e dinâmico, a história nos faz conhecer mais sobre a capital americana e os mistérios que cercam sua fundação e as bases da nação mais poderosa do mundo. Espero que gostem.

Lucas Rodrigues