terça-feira, 26 de abril de 2011

XIII EREBD Sul: quebrando paradigmas

Mais uma vez a Biblioteconomia da UFRGS se aventurou fora dos limites do estado do Rio Grande do Sul. Nosso rumo foi a cidade de Londrina / PR, a “pequena Londres” brasileira. Mesmo depois de quase 18h de viagem e de nossos motoristas se perderem, acabamos nos divertindo bastante. O grupo que foi representando a nossa universidade estava bastante coeso e se esforçou muito em levar um pouco das nossas tradições, como: o chimarrão, a postura, nossos hinos e é claro... Pessoas bonitas! (XD) Claro que entre os banhos de piscina (porque estava muito quente por lá) e as festas de alojamento, íamos as palestras... Mas essa era a parte chata da história. Aproveitamos as compras no shopping, assim como adoramos as bobagens ditas antes, durante e depois da viagem. Todos que foram, deixaram sua marca e foram marcados de alguma forma, são eles: Andressa e Marluce, minhas meninas que sempre estão confirmadas nas bagunças do EREBD; Cainã, o nosso querubim maçônico com piscina da Pucca que logo me sucederá na FABICO; Jéssica, que assim como o Cainã, sucederá a Andressa nas funções Fabicanas; Alberto, nosso grande rapaz tímido; Alexandra, a querida satânica do Bob Esponja; Leandro, o único da Sonserina, mas é como se nunca fosse, uma vez que se tornou um ídolo durante a viagem esbanjando irreverência; Filipe, o integrante perdido da Família Lima que faz cara de Beagle; Flaiane, a doce menina dos cabelos vermelhos; Andressa Balverdu, ou simplesmente a manda-chuva da viagem e uma das que mais lutou pelo evento; Cadu, aquele que comeu o gordinho (XD); Elizabeth, nossa bem-humorada faquir; Fernanda, a mais nova mais velha no curso; Jobson, o menino do Blow; Mariana Boeira, a nossa Miss; Mariana Pahim, que virou minha amiga de infância no último dia; Nicole, a menina do Mini Currrso; Sérgio, nosso Datena/Zacarias com diversas “ibagens”; e por último, mas não menos importante, meu querido missólogo, a nossa nona, minha avó, Vinícius, o Mitto! Essa bagunça vai deixar saudades... Foi um EREBD de quebra de paradigmas, onde a Grifinória bebeu e fez festa, e onde eu saí com uma coroa prateada e saudade no coração. Que venha Florianópolis!

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bibliotecário Barman

Alguém pode me dizer, por que bibliotecas tem uma forte tendência a se tornarem "ímãs para loucos"? Não me refiro às pessoas que trabalham na biblioteca (é, algumas até sejam loucas), mas sim aos usuários. sabemos que as bibliotecas públicas tem essa característica mais acentuada, como: gente com cara de terrorista, gente com conversas estranhas e (pasmem) que se urina nas calças e etc. No fundo acho que sei o que isso significa, uma vez que temos públicos tão heterogêneos. Muitas vezes o bibliotecário no balcão de empréstimo atua como se fosse um garçom... É isso aí! Comparem a biblioteca a um bar. Muitos usuários se aproximam no intuito não somente de serem atendidos, mas também de serem notados; assim como para desabafar, contar histórias, fazer um amigo, dar uma cantada. Quem trabalha em biblioteca sabe o que estou falando. Trabalhar com o público é ter sempre uma variável, pois um usuário nunca é igual ao outro. E nessa variedade toda encontramos, gente legal, gente chata, gente safada, gente louca... Todos querendo o mesmo tipo de "bebida": informação.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 12 de abril de 2011

FABICO e os Novos Atritos

Realmente a FABICO às vezes pode ser um lugar selvagem. No fundo, todos os colegas, especialmente falando com relação à Biblioteconomia, são como integrantes de um grupo mais que acadêmico: são uma família. E como tal existem romances, brincadeiras, companheirismo, brigas, discussões, diferenças de opinião... O que determina se somos ou não uma boa “família”, em minha concepção, é a maneira como agimos com relação a nossos iguais (mesmo eles não sendo tão iguais assim). Eu mesmo já briguei, discuti, fui atacado e já ataquei, contudo... Isso não me levou a nada. É por isso que quando vejo os atritos desses novos colegas, percebo nitidamente a falta de comunicação e vontade de se fazer entender. As “fofoquinhas” rolam soltas, o que sempre ocorreu e sempre vai ocorrer; entretanto, quando fazemos algo, temos que nos dar conta que aquilo gera consequências... Não somente para si, mas para um grupo em geral. Às vezes o grupo até se rompe. Acho que alguns colegas devem esfriar a cabeça e se focar em coisas mais importantes, como: aula e coleguismo. Afinal de contas, é só isso que vão levar quando saírem da UFRGS. Fica a dica deste que já acredita ter visto bastante coisa nessa faculdade.

Lucas Rodrigues

terça-feira, 5 de abril de 2011

Crueldade sobre Rodas

Hoje, como de costume, me encaminhei para pegar o ônibus e vir para o trabalho. A parada fica numa das avenidas mais movimentadas de Porto Alegre, e mesmo sendo cedo já estava cheia de carros e motoristas ansiosos. Entretanto, o que marcou (e estragou meu dia) foi o acidente que ocorreu. Se é que foi acidente... Tudo aconteceu quando um cachorro-de-rua tentou atravessar. Um carro (tipo SUV) desceu a avenida com muita velocidade e acertou em cheio o pobre cão. Ele foi jogado para cima e bateu com força no asfalto. O motorista não parou. Até aí isso é, de certa forma, comum. O que não foi comum ver, foram os demais motoristas (cinco no mínimo) atropelarem e “reatropelarem” o corpo do cão. Algumas pessoas (estou incluso nesse grupo) tiveram que intervir, pois nenhum carro dava sinal que pararia. O animal ficou irreconhecível. E pensar que minutos antes eu estava acariciando o cachorro... Enfim, um senhor com uma carrocinha de papel, recolheu o animal com uma pá e disse que ia enterrá-lo. Todo esse choque logo pela manhã, me fez lembrar como meu cachorro, Kiko, morreu; quase da mesma forma estúpida. Lembrei-me de como me senti naquele dia e o quanto fiquei atordoado. Como podem existir pessoas capazes de tamanha atrocidade? Como podem existir pessoas que se sintam acima das conseqüências, simplesmente por estarem dentro de um carro? Fico revoltado e constrangido por existirem cidadãos dessa estirpe, que nos envergonham; nos dando um “tapa” gélido de realidade brutal às 7h da manhã.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Beyoncé: I am... World Tour

O talento da Beyoncé Knowles é incontestável. Uma excelente cantora, uma ótima dançarina, boa atriz, ou seja, uma celebridade completa. Ganhei de presente de aniversário o DVD do show do Wagner Bernardes (Sr. Carey), que acertou em cheio na escolha. O vídeo capta imagens de diversas performances editadas para formar um único show extraordinário. Uma apresentação inesquecível da cantora, que organizou toda a produção como diretora e produtora. Um das partes mais marcantes para mim, com certeza, foi "Ave Maria"... Absolutamente lindo! Claro que outras músicas são ótimas, assim como as coreografias de: Broken-Hearted Girl, Crazy Love, Single Ladies e Ego. Se tiverem a oportunidade de assistir ao DVD, não percam... E para quem foi a algum dos shows no Brasil (Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador), eu os invejo!

Lucas Rodrigues