terça-feira, 4 de outubro de 2011

1º Encontro - 16/8 : Palestrante: Maria Cristina França

Todos sabem que estou concluindo o Curso de Biblioteconomia da UFRGS, de modo que eu não necessitaria fazer disciplinas esse semestre. Contudo, acredito que me faltavam conhecimentos na área de acessibilidade, que são oferecidos como créditos eletivos (embora eu acredite que estes deveriam ser obrigatórios). É uma satisfação uma vez que tenho o prazer em ter essas aulas com uma das minhas professoras mais queridas: Eliane Moro (UFRGS), e é claro, sua parceira inseparável: Lizandra Estabel (IFRS). Desta forma, utilizarem o Café com Bibliotecário para expor minhas ideias e opiniões, que resumem as palestras que temos com diversas autoridades na área de acessibilidade. Sendo que esta servirá como avaliação na Disciplina de “Tópicos Especiais em Acessibilidade”. A primeira palestra foi de Maria Cristina França, que abordou os PNEEs (Portadores de Necessidades Educativas Especiais), a diversidade e a sociedade. Não poderia ser diferente, de que forma iniciar esse discurso senão falando da relação dos PNEEs e a sociedade? Antes de tudo é fato que necessitamos sentir que fazemos parte de um grupo, sendo assim, Maria França reforçou essa mesma necessidade em todas as pessoas com necessidades especiais. Entretanto, demonstrou que isso é difícil para uma pessoa nessa situação sendo complicado trabalhar na inserção dessas pessoas. Há dificuldades, impedimentos físicos e psicológicos, preconceito e uma porção de coisas mais. Ficamos sabendo que apesar da Legislação estar amparando parte dessa inclusão, pouco se vê na prática. Foi ilustrado também a questão da normalidade e levantada a pergunta: O que é ser normal? Chegou-se a um conceito que não existe normalidade. E que é errado tratar essas pessoas chamando-as de “defeituosas”, e muito menos subestimá-las, ignorando os conhecimentos que possuem. De fato isso deve ter um fim! Não podemos como profissionais da informação, prováveis chefes de unidades, permitir que esse tipo de prática se instale. Devemos ser os principais promotores e mediadores de informação e acessibilidade na sociedade.

Lucas Rodrigues

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