terça-feira, 22 de novembro de 2011

Pássaros e a Biblioteca

A relação das pessoas com os animais é sempre interessante no meu ponto de vista. Sou suspeito para falar, pois adoro animais; inclusive o Sammy sempre diz que eu sou meio “bruxo” por ter tanta afinidade com os bichinhos. No entanto, hoje venho falar sobre os animais de estimação da Biblioteca da Medicina da UFRGS. É um pouco estranho pensar que se tem animais nas dependências da biblioteca... Mas sendo francos, eles não ficam bem “dentro” do acervo, ficam na janela. Estou falando de diversos pássaros que se agrupam no espaço de um 1,30m por 1m que fica na frente da janela da cozinha. As colegas de trabalho, Marina e Alaíde, são quem os trata e dá a eles todo o carinho e conforto: com direito a piscina, alpiste e pão à vontade. Isso faz com que eles sejam tão dóceis ou ponto de quase entrar pela janela na hora que estamos tomando café. Em especial, há dois pássaros que chamam a atenção: um sabiá (grande como um frango) e um pica-pau (igualmente enorme). Eu gosto bastante disso e me divirto na hora do café em função dos pássaros. Quem dera se todos pudessem ter esse contato com os animais.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Telejornalismo, isso?

Na Era da Liberdade de Expressão e da fácil transmissão de informação, fica difícil filtrar aquilo que é bom e o que nocivo para nós. Contudo, algumas coisas na TV são estupidamente ruins para quem assiste. Convenhamos, gostos à parte, que o telejornalismo de hoje está péssimo, em especial estes no horário do almoço. Apresentadores demagogos, gritando e falando as barbaridades que acontecem pela cidade, se dizendo porta-vozes do povo e detentores da moral, ou seja, realizadores do que eles chamam de “Jornalismo Verdade”. Não concordo que o telejornal tenha somente que abordar assuntos funestos, como: quantas mortes ocorreram na vila “X”, ou que o filho agrediu o próprio pai, ou que vizinhos se agrediram por causa de um pé de jaca... (¬¬) Isso não é notícia! Sabe o que é pior, são as pessoas que se utilizam da salvaguarda: “Mas essa é a realidade... Eles tem que mostrar!” Eu sei que esta é a realidade, todo mundo sabe, mas eu não preciso ver isso em todos os canais, especialmente na hora do almoço. Acredito que notícia seja tudo de novo e de diferente que acontece na sociedade: eventos, festivais, entrevistas com especialistas, comentários esportivos, previsão do tempo, reinvindicações sem “espetáculos circenses” e etc. Não precisamos de mais apresentadores gordos, bancando os indignados e fazendo um desserviço a comunidade com suas “versões” sobre aquilo que acham verdade. Isso é sensacionalismo... Isso é o que mais detesto na programação da televisão brasileira.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Sertanejo Universitário

Sempre fui muito aberto com relação a ritmos musicais. Isso se deve ao fato de estar muito ligado à dança e por ter o gosto em conhecer os mais diversos passos. Contudo, fui muito relutante com um ritmo bastante popular no nosso país: o Sertanejo Universitário. Felizmente, perdi esse preconceito. Pesquisei sobre o assunto, pois não sabia o porquê desse nome. Na verdade ele se chama assim em função da faixa etária que mais gosta e produz essas músicas. Acho que devo mesmo às festas da faculdade a minha mudança de gosto. E sinceramente, não tem coisa melhor para dançar! Entre os cantores que se pode aproveitar a música, temos: Luan Santana, Michel Teló (foto), Fernando & Sorocaba, João Bosco e Vinícius e etc. Escutem, dancem e percam o preconceito também! Tenho certeza que vão aproveitar.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Angry Birds

Sabemos que alguns jogos são muito viciantes e que sou amante de uma boa jogatina. Em função disso, venho recomendar um jogo desse tipo, viciante: Angry Birds. Para quem não sabe, é um jogo em que o objetivo é destruir os porcos verdes, atirando neles com os cinco tipos de pássaros; um mais engraçado que o outro. Esse game ficou bastante popular em diversos celulares e tablets, se tornando o jogo do momento. O sucesso é tão grande que as fantasias mais vendidas nesse Halloween foram dos personagens do Angry Birds. Fico horas jogando e não percebo a hora passar, tanto que entro a madrugada com o Charles só em função disso. Baixem uma versão e divirtam-se!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Coração de Tinta

Hoje venho recomendar um bom filme chamado “Coração de Tinta: o livro mágico” que é baseado no livro “Inkheart”. Ótimo enredo, envolvente, fantasioso e com uma mensagem muito relevante sobre os livros, sua importância e sua conservação. Sou suspeito para falar, mas o fato de existir uma biblioteca linda no filme, chama a atenção, assim como o perfil da velha Eleonor, uma espécie de bibliotecária sarcástica que é muito chic e intelectual (convenhamos os bibliotecários sempre são pintados assim - :P). O filme conta a história de Mo, pai da menina Meggie, que é capaz de trazer a vida personagens dos livros à vida quando lê trechos em voz alta. Contudo, esse mesmo dom é o responsável pelo desaparecimento da mãe de Meggie. É em torno disso que a aventura acontece. Minha sugestão é essa, aproveitem e se puderem comprem o livro, pois acredito que de deva ser uma ótima aquisição.

Lucas Rodrigues

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Coração Desviado

Pessoas sofrem dos mais diversos males todos os dias. Uns tem enxaqueca, outros tem dores, outros ficam atrelados à cama. O mundo está cada vez mais estressante, onde tudo é para ontem e a alimentação é a menos apropriada, e é aí que aparecem as enfermidades. Hoje venho tornar público uma questão deste mérito. Algumas pessoas ainda não sabem, por isso decidi noticiar aqui no blog. Recentemente fiz exames que diagnosticaram um início de Hipertensão. Isso já é típico na minha família, assim como os problemas de coração. Isso é bastante preocupante, uma vez que o médico descobriu um desvio no meu coração. Este surgiu em função da forte pressão, que bombeia muito rápido o sangue através dos ventrículos e átrios, logo um desvio surgiu para dar vazão à forte corrente sanguínea. O impressionante é que cerca de 85% das pessoas da minha idade vão a óbito em função disso... Não preciso dizer mais nada não é mesmo... Minha mãe ficou bastante preocupada, pois este desvio não tem cura. Estou trabalhando na minha reeducação alimentar, cortando quase todo o sal, para assim diminuir a pressão arterial e minimizar os riscos. Não posso mais fazer exercícios de hipertrofia, como levantar muito peso e etc. Tento me manter bem, pois afinal sempre procuro ver o lado positivo das coisas, como ter uma alimentação mais saudável (já perdi 4 kg). Inclusive, também fiz piada quando descobri isso: “Claro, eu não poderia ter outro tipo de coração, senão um coração desVIADO!” (Risos). Sempre fui muito tranquilo com relação a isso. Se tiver que ser a minha hora, será... Acima de tudo, mantenho-me feliz pelas coisas boas possuo e pelas pessoas maravilhosas que tenho a meu lado.

Lucas Rodrigues

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

6° Encontro - 25/10 : Palestrantes : Clarice E. e Aline D.

Para quem ainda não sabe, estou participando de um ciclo de palestras sobre acessibilidade na UFRGS e que está abordando várias das necessidades especiais, e como nós bibliotecários podemos nos posicionar perante elas. A palestra desta noite foi com Clarice Escott e Aline Disconsi, ambas do IFRS. Elas falaram sobre a inclusão da pessoa com deficiência mental, assim como a educação dos mesmos, histórico e inserção no mercado de trabalho. No que diz respeito ao ensino, várias coisas me chamaram a atenção, em especial essa frase: “Se alguém não aprendeu, é porque alguém não ensinou” o que eu concordo, mas entretanto, me veio a cabeça uma questão: Mas se não há interesse, não adianta tentar ensinar. Como se tivesse lido meus pensamentos a palestrante tocou nesse assunto. Nos contou sobre as quatro dimensões do aprendizado: organismo (nossa “máquina” que nos move); corpo, inteligência (capacidade de conhecer) e o desejo (aquilo que nos move). E o desejo é o fundamental de tudo, ou seja, é fundamental que se interesse pelo assunto. Sabemos que pessoas ditas “normais” também possuem dificuldades no aprendizado; com pessoas com necessidades especiais não é diferente. Para superarmos essas dificuldades é necessário pensarmos que o sujeito afetivo vem de um meio social e que está inserido de determinada forma na sociedade. Devemos entender essa inserção e trazer elementos que despertem a curiosidade. Nesse instante é que fica complicado, como entender o diferente de mim? Essa foi a questão levantada pela palestrante. Para começar a entender é importante saber que a escola não é um espaço só de conhecimento, é um espaço de prazer e constituição afetiva. E como isso se dá? Dá-se através de jogos, brincadeiras dizendo que aprender é bom e etc. Pessoas com deficiência mental requerem maiores cuidados, mas se formos analisar profundamente, veremos que eles tem tanta capacidade quanto alguém dito “normal” no que diz respeito a aprendizado. E em função disso podem ter problemas de aprendizado como qualquer pessoa. Basta despertar a curiosidade e fazer com que a criança construa o conhecimento... E por que não se esta construir o conhecimento numa biblioteca? Fica a dica!

Lucas Rodrigues

terça-feira, 1 de novembro de 2011

5° Encontro - 18/10 : Palestrante: Alessandra Cantoni

Continuando o ciclo de palestras sobre acesso universal à informação na FABICO e os comentários sobre a Disciplina de Tópicos Avançados em Acessibilidade. A palestrante convidada foi a Alessandra Cantoni que nos falou sobre a educação de cegos, assim como a professora Lizandra Estabel que nos falou sobre as diretrizes da IFLA (International Federation of Library Associations) em bibliotecas para pessoas com necessidades especiais no campo da visão. Na parte inicial, achei bastante interessante sabermos quais são as diretrizes prescritas para as bibliotecas para cegos, especialmente numa época como a que vimemos: a Era da Informação. Contudo, percebemos que nem todo que se deve ter numa biblioteca especial é atendido e é aí que todos reforçam a participação do bibliotecário para que esteja não somente atento, mas comprometido com o funcionamento adequado na unidade de informação. A segunda parte, sinceramente, não me acrescentou muito. A palestrante não comentou especificamente sobre a educação de cegos. Ela somente narrou situações engraçadas que aconteceram com ela pelo fato de ser cega e etc. Falou um pouco sobre como conduzir e oferecer ajuda em algumas situações do dia-a-dia, o que eu já tinha conhecimento, mas é sempre bom relembrar. Foi conversado também que cerca de 80% das pessoas com necessidades especiais, são aquelas que tem algum problema de visão, seja ele parcial ou total. Isso me surpreendeu, pois nunca imaginei que fosse tanto. Acho que isso deve funcionar como um aviso e nos alertar que devemos estar preparados para atender o público especial, em destaque as pessoas cegas.

Lucas Rodrigues