sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quando os Pandas Choram


Quando se ama alguém, se deve amar de modo incondicional. Muitas vezes não conseguimos sustentar nosso amor por diversas razões. Uns não conseguem porque não são correspondidos, outros em função da distância, da falta de tempo, da falta de trato e etc. Pelo tom que uso nesta postagem, já se pode imaginar sobre o que venho falar: sim, terminei meu namoro. Muitos pode dizer: "De novo?". Entretanto, essa é a verdade. É claro que se fica triste com uma situação dessas, uma vez que se trata de amar uma pessoa e estar com ela por quase dois anos. Dói saber que não terei mais a companhia, carinhos e brincadeiras. O pior de tudo é saber que não se perde somente uma pessoa, se perde também todas as pessoas agregadas a ela: neste caso uma família ótima, que me acolheu de braços abertos e que, o único lamento que tenho, é de não poder mais fazer parte. É difícil terminar um relacionamento com essa duração, mas é necessário uma vez que algumas coisas já não funcionavam como antes e me deixavam tristes (e ainda me deixam), mas isso não vem ao caso agora. Só me resta agradecer por tudo, que as experiências obtidas de ambos os lados corroborem para a evolução de cada um. Cabe a vocês saberem que, com esse termino, agora não haverá mais lágrimas, todavia, não haverá mais sorrisos tão cedo.

Lucas Rodrigues

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Enrustidos


Quem é sabe: ser gay não é fácil. Preconceito, bullying na infância, crises de identidade e religiosidade e etc. Logo, ninguém escolhe ser homossexual, fato. Contudo, muitos se salvam e realmente sentem-se bem o bastante para assumir para as pessoas e para si mesmos a sua orientação sexual. A postagem de hoje é sobre aqueles que não conseguem transpor essa barreira: os "enrustidos" ou "mal resolvidos". Para quem nada sabe, são aquelas pessoas que sabem o que sentem no quesito sexual, mas mesmo assim se reprimem e/ou optam por seguir uma vida que a família ou a sociedade dita como comum/normal. Nisto acabam fadados a uma vida de mentiras e que, posteriormente veem à tona, atingindo a todos, causando consequências não somente a pessoa, mas também a toda à "família de faz-de-conta" que gerou. Estes tem preconceito consigo mesmos. Há aqueles que não chegam a esse nível, que assumem para si próprios sua homossexualidade, mas vivem uma vida de mentiras perante a família (que muitas vezes não os aceitaria). Eu acho isso péssimo, pois, querendo ou não você acaba mentido e enganando pessoas que podem te recriminar sim, mas que podem te receber de braços abertos. Acho que vale o risco, especialmente se for por alguém que merece tamanho empenho: você. Todavia, acredito que cada um deva fazer aquilo que considerar melhor, mas àqueles que me pedem conselhos, sempre aconselhei a verdade, por mais que choque, que cause intrigas; digo isso pois penso que uma coisa descoberta é muito pior do que uma coisa revelada. Se sua família descobrir sua homossexualidade através de você, será bem mais fácil a aceitação, do que descobrirem por boca de terceiros. Não é simples, mas muitas vezes é necessário. Isso fará com que se sinta bem e é fato que não será mais preciso inventar uma desculpa esfarrapada para visitar a sua (seu) namorada(o). Para quem já é bem resolvido fica fácil, mas também compreendo a complexidade de famílias religiosas, tradicionalistas ou preconceituosas; a minha, por exemplo, é as três coisas... Não foi simples, mas hoje é natural. Claro que no início é complicado quebrar paradigmas e dogmas, mas o tempo ajuda bastante. Ter coragem é algo fundamental nesse processo, pois somente assim se pode enfrentar um mundo de adversidades. Resumindo: saia do armário e seja feliz! Ou fique nele e morra infeliz numa vida permeada por mentiras, máscaras e fachadas.

Lucas Rodrigues

segunda-feira, 2 de abril de 2012

God of War


Já estava na hora de eu voltar a recomendar um jogo. A série de games do momento para mim é: God of War, para Playstation. Joguei o I e II, mas não tive a oportunidade de jogar o III e IV (que ainda está para ser lançado). A trama se passa com um tirano e sanguinário guerreiro de Esparta. Seu nome é Kratos e ele enfrenta Deuses e seres mitológicos gregos. God of War é praticamente uma aula de mitologia, recontando as antigas lendas através de releituras inserindo o personagem principal nelas. Kratos vence o Deus da Guerra (Aries) e logo torna-se um daqueles que ocupa um trono no Olimpo. No entando, ele se volta contra os próprios Deuses, em especial, contra Zeus (que posteriormente se descobre que é pai de Kratos); e com ajuda dos Titãs ele se torna uma espécie de "justiceiro" que quer acabar com a tirania do Olimpo. O jogo é envolvente, com uma jogabilidade excelente, é um tanto violento e levemente sexual... Eu diria que é um jogo de "menino" (risos)... Brincadeirinha! Acho que é um divertimento certo para quem aprecia um jogo bem pensado, vencedor de prêmios internacionais. Joguem e tirem suas conclusões.

Lucas Rodrigues